Articulador do impeachment emplaca presidente do Incra no governo Temer

Mais Lidos

  • O Papa Leão XIV faz um pedido de desculpas histórico pelo papel da Santa Sé na legitimação da escravidão

    LER MAIS
  • Pesquisadores comentam a primeira encíclica de Leão XIV

    Magnifica Humanitas. Limites, possibilidades, perspectivas. Algumas análises

    LER MAIS
  • Christopher Olah: "Na IA encontramos coisas misteriosas, até mesmo perturbadoras, estados que refletem alegria, satisfação, medo, dor e inquietação"

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

31 Mai 2016

O Solidariedade, presidido pelo deputado Paulinho da Força (SP), garantiu as indicações de José Ricardo Roseno, ex-presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais, para a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário e do atual diretor de Programas do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) Leonardo Góes Silva para a presidência do instituto.

A informação é de Thais Arbex, publicada por portal Uol, 30-05-2016.

A Folha apurou que as nomeações foram confirmadas na tarde desta segunda-feira (30) pelo presidente interino Michel Temer depois de ele ceder às pressões de Paulinho, um dos principais articuladores do impeachment de Dilma Rousseff (PT), para transferir o Incra e as secretarias da reforma agrária para a Casa Civil, comandada pelo ministro Eliseu Padilha.

Até então, o instituto e as secretarias estavam vinculadas ao vinculadas ao Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, comandado pelo ministro Osmar Terra (PMDB). A transferência não altera o status da secretaria, mas faz com que ela deixe se de subordinar a um ministério de outra área.

Como antecipou o Painel, o Solidariedade, que havia recebido a promessa de ocupar o espaço durante a montagem do governo, não aceitava depender de um ministro de fora do Planalto para a liberação de recursos e nomeações.

Paulinho chegou a ameaçar não integrar o governo caso a mudança não acontecesse.