"Lutero queria reformar a sua Igreja e não dividi-la"

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05 Mai 2016

"Podemos ousar em 2017 uma revisão crítica e considerar a Reforma como fato abrangente no horizonte internacional e ecumênico", afirmou Margot Kässmann, embaixadora do Ano Luterano da Igreja Evangélica da Alemanha, abrindo nessa quarta-feira o congresso internacional e interconfessional no Pontifício Ateneu S. Anselmo, em Roma, em vista da comemoração dos 500 anos da Reforma de Lutero Reforma de Lutero (1517-2017).

A reportagem é do sítio do Servizio Informazione Religiosa (SIR), 04-05-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

"Martinho Lutero queria reformar a sua Igreja, e não dividi-la. Por isso, não faria sentido um jubileu da Reforma que marcasse demarcações", ressaltou Kässman. Recordando a histórica Declaração Conjunta Luterano-Católica assinada em 1999, ela reiterou que, "assim como hoje as duas Igrejas compreendem o seu magistério, elas não seriam afetadas pelas turbulências do século XVI" e que "é claro: apesar de todas as diferenças, aquilo que nos une é maior do que aquilo nos separa".

Kässman, depois, analisou os desafios e as novidades a serem considerados na "revisão crítica" para que continue o caminho da Reforma: os 100 anos de ecumenismo, o diálogo com as outras fés, a secularização, a presença de sacerdotisas e bispas na maioria das Igrejas reformadas; o progresso que a concórdia de Leuenberg de 1973, "modelo de unidade na diversidade", permitiu que as Igrejas protestantes na Europa fizessem; mas também a clara separação entre Igreja e Estado, o reconhecimento dos direitos humanos e a "revolução midiática".

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