Os "buracos negros" do "furo" do jornal italiano sobre o suposto tumor cerebral do Papa Francisco

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22 Outubro 2015

Eis algumas perguntas de bom senso para as quais o sisudo artigo do jornal Quotidiano Nazionale não responde e que tornam absolutamente não confiável a "notícia" dada e peremptoriamente desmentida pelo Pe. Federico Lombardi na noite dessa terça-feira. Hoje, há poucas horas, o porta-voz vaticano deu novos detalhes, depois de falar com o próprio Santo Padre, incluindo a de uma entrevista falsa com o Prof. G. Maira, neurocirurgião contatado enquanto estava em Nova York, sem que a jornalista lhe revelasse o motivo da conversa e, portanto, com perguntas sobre os tumores de modo genérico.

A reportagem é de Luis Badilla, publicada no sítio Il Sismografo, 21-10-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O Pe. Lombardi também disse de modo categórico que não houve movimentações de helicópteros no mês de janeiro; nenhum luminar da medicina japonesa jamais foi ao Vaticano; o Santo Padre nunca foi submetido a qualquer tipo de avaliação de natureza neurocirúrgica ou neurológica.

Então:

- Por que não se fez uma verificação nos planos de voo do helicóptero atribuído ao papa, na ocorrência, junto à Base de Prática de Mar?

- Por que não foram consultados ao menos dois neurocirurgiões para entender se o suposto quadro clínico é plausível e compatível com a conduta cotidiana do Santo Padre?

- Quem foi ao encontro de quem? O papa ao encontro do luminar japonês ou o contrário?

a) No primeiro caso, o papa foi para a Toscana para se submeter a exames instrumentais (não se pode diagnosticar um tumor apenas com o olho clínico do médico). São exames longos, cansativos, complexos e às vezes delicados (se for necessário usar meios de contraste).

b) O médico japonês foi pessoalmente ao Vaticano e fez um diagnóstico tão delicado "a olho nu"... Mas quem ele é? Mandrake?

- O "paciente" circula por aí com uma massa estranha no encéfalo e não tem sintomas ao menos parcialmente incapacitantes, tipo fortes dores de cabeça, perda de sensibilidade e de atividade motora ou crises de tipo epiléptico? Nada de aumento da pressão intracraniana?

Em suma, mais uma mentira, e certamente não foi a última.

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