Brasil e Argentina terão 500 dos 900 delegados na cúpula mundial de Movimentos Sociais de Santa Cruz

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Por: André | 25 Junho 2015

O responsável pelo Conselho Justiça e Paz do Vaticano, cardeal Peter Turkson, participará, no dia 07 de julho, da abertura. O Papa Francisco participará do encerramento do encontro que tratará de temas como terra e território, trabalho e moradia e integração.

A reportagem é de Carlos Corz e publicada por La Razón Digital, 23-06-2015. A tradução é de André Langer.

O responsável pelo Conselho Justiça e Paz do Vaticano, cardeal Peter Turkson, participará, no dia 07 de julho, da abertura do Encontro Mundial de Movimentos Sociais de Santa Cruz, que reunirá 900 delegados internacionais de 07 a 09 de julho. A maioria, 500, é proveniente do Brasil e da Argentina, informou o dirigente dos camponeses Rodolfo Machaca.

Dos 900 delegados internacionais, 250 são da Argentina, 250 do Brasil, 50 do Chile, 10 da Colômbia, três da Costa Rica, dois do Haiti, dois da República Dominicana, 40 do Equador, um de El Salvador, quatro da Índia, dois do Quênia, cinco do México, cinco dos Estados Unidos, entre outros, que se somarão à representação nacional.

Machaca, da Confederação Sindical Única de Trabalhadores Camponeses da Bolívia, explicou em uma coletiva de imprensa que o encontro será aberto no dia 07 de julho, onde estará presente Turkson, cardeal africano e responsável pelo Conselho Justiça e Paz do Vaticano, que organizou encontros similares.

No encontro de Santa Cruz, do qual também participará o Papa Francisco, serão tratados os temas da Mãe Terra, terra e território, trabalho e moradia, e integração dos povos. As conclusões serão entregues ao Sumo Pontífice, que estará na Bolívia de 08 a 10 de julho.

A delegação será constituída por representações de diferentes setores sociais agrupados no Pacto de Unidade e na Coordenação Nacional pela Mudança. Machaca garante que nenhum setor foi excluído.