Há seis meses, o sequestro do padre jesuíta Alexis Prem Kumar. Por enquanto, sem notícias

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02 Dezembro 2014

Neste 2 de dezembro, passam-se seis meses do sequestro do Pe. Alexis Prem Kumar SJ, diretor do Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) do Afeganistão, que – como lembra uma nota da Companhia de Jesus (assinada pelo Pe. Peter Balleis, diretor internacional do JRS) – "foi levado por um grupo de homens armados de uma escola dirigida por JRS em Sohadat, um distrito governamental para famílias de repatriados a 35 quilômetros de Herat, no Afeganistão ocidental" no dia 2 de junho.

A reportagem é de Luis Badilla, publicada no sítio Il Sismografo, 01-12-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O Pe. Prem, de 47 anos, foi sequestrado enquanto estava fazendo uma visita a uma escola para repatriados no vilarejo de Sohadat, a 25 quilômetros de Herat, mais precisamente quando ele se preparava para voltar para a sede.

O Pe. Prem Kumar entrou na Companhia de Jesus em 1988. Tinha trabalhado com os refugiados do Sri Lanka, no Tamil Nadu, por seis anos. Trabalha no Afeganistão há quatro anos, onde também é diretor nacional do JRS.

Até hoje, todas as iniciativas destinadas a facilitar a sua libertação parecem ter fracassado, assim como parece não ter produzido nenhum resultado útil a detenção de algumas pessoas suspeitas de estarem envolvidas no sequestro.

No dia 13 de junho passado, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, escreveu uma carta ao ministro-chefe do Tamil Nadu, estado natal do jesuíta sequestrado, dizendo: "Estou profundamente preocupado. Vou continuar controlando a situação de perto".

Modi garantiu ao Tamil Nadu que o seu governo não poupará "nenhum esforço" para garantir uma libertação segura do jesuíta indiano. A carta de Modi respondia à que lhe foi enviada por Jayalalithaa no dia 4 de junho passado, que lhe pedia para "intervir pessoalmente" e levar a questão ao mais alto nível no Afeganistão pela libertação imediata do Pe. Prem Kumar.