Mulheres de minoria ameaçada 'são vendidas a US$1 mil na Síria'

Mais Lidos

  • EUA, uma equipe inter-racial e mestiça, entram em campo em um estádio que teme as batidas de imigração de Trump

    LER MAIS
  • Ser Papa em tempos de “anticristos”. Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS
  • Em um contexto de crescente deslocamento forçado, a reflexão inspirada em Hannah Arendt destaca que a dignidade humana depende do pertencimento a uma comunidade política e do acesso efetivo ao “direito a ter direitos”

    Um olhar sobre os apátridas, refugiados e migrantes. Entrevista especial com Maria Cristina Müller

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

02 Setembro 2014

Centenas de mulheres da minoria yazidi no norte do Iraque e que foram sequestradas durante ataques recentes do grupo Estado Islâmico (EI) foram levadas à Síria e vendidas por US$ 1 mil a militantes, segundo um grupo de direitos humanos.

A reportagem foi publicada pela BBC Brasil, 30-08-2014.

O Observatório Sírio para Direitos Humanos, que acompanha a situação na Síria, disse que 300 mulheres teriam sido levadas ao norte da Síria e ao menos 27 delas foram vendidas a membros do EI para casamentos, após terem sido forçadas a se converterem ao Islã.

As mulheres da minoria yazidi foram separadas dos homens e levadas por militantes durante o avanço de membros do EI - inicialmente conhecido como Estado Islâmico da Síria e do Iraque (Isis, na sigla em inglês) - no norte do Iraque.

Ameaçados pelos combatentes do EI, os yazidis deixaram suas casas para se refugiar nas montanhas de Sinjar.

Há cerca de 50 mil membros dessa minoria no Iraque. Eles também estão presentes em partes da Síria e da Turquia.

Segundo o Observatório, esforços de simpatizantes árabes e curdos de comprar as mulheres para libertá-las foram negados, já que elas estariam sendo vendidas somente para adeptos do EI. O grupo condenou a venda das mulheres como se fossem mercadorias.