O Papa abre a porta para uma nova "compreensão" do papel do Bispo de Roma em vista do ecumenismo

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27 Janeiro 2014

Uma oração em comum, na frente da tuma de São Paulo, uniu católicos, anglicanos e ortodoxos por iniciativa do Papa Francisco.

A reportagem é de J. Bastante, publicada por Religión Digital, 25-01-2014.

Alguns minutos de oração conjunta, com algumas risadas, proximidade e fraternidade. "Cristo está dividido", perguntou-se Francisco na conclusão da semana de oração pela unidade dos cristãos na Basílica de São Paulo fora dos Muros, juntamente com Sua Eminência o Metropolita Gennadios, representante do Patriarcado Ecumênico, com Sua Graça David Moxon, representante pessoal do arcebispo de Canterbury em Roma.

"Somente ele pode ser o princípio, a causa, o motor da nossa unidade", apontou Bergoglio, que ressaltou que "não podemos considerar as divisões na Igreja como um fenômeno com algo natural, inevitável", mas, pelo contrário, trabalhando pelo "restabelecimento da plena unidade visível de todos os crentes em Cristo".

Um caminho em que o Papa parece disposto a dar os primeiros passos. "Também podemos dizer que o caminho ecumênico permitiu aprofundar a compreensão do ministério do Sucessor de Pedro, e devemos confiar em que seguirá atuando neste sentido no futuro", disse Francisco, abrindo a porta para uma reformulação do ministério do Bispo de Roma. E conclui com um deseja compartilhado: "Que o Senhor nos ajude a superar os nossos conflitos, nossas divisões, nossos egoísmos, e que estejamos unidos uns aos outros por uma só força, a do amor".