Os Legionários de Cristo reconhecem ter sido “arrogantes” e que se achavam “superiores aos demais”

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Por: André | 14 Janeiro 2014

O sacerdote mexicano Benjamin Clariond, porta-voz internacional dos Legionários de Cristo, manifestou, nesta segunda-feira, que os legionários tiveram, no passado, “atitudes arrogantes” e que se achavam “superiores aos demais”, algo que procuram superar no Capítulo Geral que a congregação está realizando em Roma.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 13-01-2014. A tradução é de André Langer.

O reconhecimento é de Clariond em uma entrevista à Cadeia Cope recolhida pela Servimedia, na qual acrescentou: “Quiçá, por isso não nos integramos mais na vida da Igreja”. Neste sentido, reconheceu que os padres capitulares que participam deste processo de renovação têm outra atitude. “Somos uma equipe a mais na vida da Igreja. Podemos contribuir com algo”, acrescentou.

Exatamente nestes dias representantes dos Legionários de Cristo estão debatendo no Capítulo Geral as novas constituições da congregação e os membros que integrarão sua direção. Um dos participantes é o padre Clariond, que qualificou com otimismo o clima existente em Roma.

“O ambiente que há é de muita confiança e muita abertura, e muita liberdade de espírito para expressar pareceres”, com um “grande desejo” de analisar a congregação, “suas fragilidades e suas fortalezas”.

Este processo sucede os “intensos anos” vividos após os escândalos sobre o fundador dos Legionários de Cristo, Marcial Maciel. “Em toda a família há um pai e uma mãe. Quando o pai falhou, a mãe veio para nos resgatar para reconhecer as nossas falhas e colocar remédio”, acrescentou, indicando que o papel da mãe da congregação está sendo desempenhado pela Igreja.

Por isso, para simplificar as constituições pelas quais se regiam os diversos coletivos da congregação, do Vaticano pediu um retorno às origens. “A Igreja nos disse para que voltemos aos princípios. A identidade se mantém, o carisma vem protegido pelas constituições”, confirmou Clariond.

“Não temos pressa para ter um novo governo. Primeiro, temos que colocar os pontos sobre os is”, e afiançar fundamentos “sobre os temas fundamentais”. “Os padres conciliares não têm tanta pressa, querem aprofundar os temas”, concluiu o sacerdote, que também é um dos três secretários da comissão para a revisão das constituições que estão em Roma.

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