Francisco. A Argentina pode esperar

Mais Lidos

  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS
  • Operação Epstein: a guerra de Trump contra o Irã marca o fim do MAGA

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 28 Outubro 2013

A Argentina pode esperar. Após a eleição de João Paulo II, passaram-se oito meses antes que o Pontífice polonês voltasse à sua pátria. Os meses, devido à Jornada Mundial da Juventude que já havia sido programada por seu predecessor, foram bem menos para Bento XVI, que voltou à sua pátria depois da eleição durante o verão de 2005. Francisco, ao contrário, não parece ter pressa para voltar ao seu país. Na manhã deste sábado, ao receber um grupo de ex-alunos jesuítas, o Papa falou sobre a data de uma possível viagem à América Latina. Mas dentro de três anos.

A reportagem é de Andrea Tornielli e publicada no sítio Vatican Insider, 26-10-2013. A tradução é de André Langer.

“Não sei quando programaremos uma viagem ao seu país – disse Bergoglio –, mas, com certeza, não antes de 2016. Uma coisa é certa: caso visite a Argentina, terei que visitar também o Chile e o Uruguai, os três países juntos. Assim nos encontraremos por lá”.

Francisco brincou com os ex-alunos uruguaios: “Me trazem tantas lembranças de lá! A única que me estranha é que não trouxeram chimarrão. Não se animaram? Aí faltou-lhes a veia uruguaia. Porque quando veio o Presidente de vocês tomamos mate. Bom, obrigado assim mesmo”.

O Papa, ao final, também fez uma alusão à enorme quantidade de trabalho que tem: “agradeço-lhes novamente por tudo, e peço-lhes um favor, que rezem por mim, eh? Porque aqui as pessoas são muito boas, são bons companheiros e todos trabalham juntos, mas o trabalho é muito, e não se dá trégua. Rezem por mim, pelos colaboradores, para que possamos seguir em frente. Eh? Obrigado, muito obrigado”.