Haiti ainda não superou a tragédia das famílias deslocadas pelo terremoto

Mais Lidos

  • Tecnofascismo, dissenso e a gramática da dignidade. Entrevista especial com Donatella Di Cesare

    LER MAIS
  • Uma (nova) história do deus - Flávio, cristofascista ‘escolhido’ e totalmente crente. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS
  • Interesses particulares descolados de apreciação profunda e respeitosa transformaram a cidade em um canteiro de obras que muitas vezes desconsideram o impacto ambiental e social, priorizando apenas o luxo e o lucro. História da cidade está se perdendo

    “Torres e sua natureza estão sendo assaltadas, negligenciadas e transmutadas”. Entrevista especial com Lara Lutzenberger

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Jonas | 25 Outubro 2013

Cerca de 45.000 famílias sofrem as consequências do terremoto ocorrido nesse país, em janeiro de 2010, uma vez que ainda permanecem afastadas de seus lares, segundo destaca um relatório da Organização Internacional para os Migrantes (OIM), publicado na Suíça.

 
Fonte: http://goo.gl/xAL2i6  

A reportagem é publicada pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação - ALC, 23-10-2013. A tradução é do Cepat.

O porta-voz desta instituição, Jumbe Omari, disse à imprensa que a tragédia afeta, ainda, 172.000 pessoas que não tem lar e vivem em acampamentos ou perambulando pelas ruas, segundo o relatório oferecido pela OIM, como resultado de um estudo realizado, no local, entre julho e setembro.

Segundo Omari, os deslocados internos sobrevivem em 306 campos de acolhida ou nesses assentamentos informais que se encontram localizados, num total de 24%, em terrenos públicos, e o restante em terrenos privados, o que não quer dizer que não se esteja trabalhando sobre este tema, mas o andamento é lento por causa da dimensão do fenômeno.

As igrejas haitianas e os organismos ecumênicos também contribuem para o reordenamento, a partir de oficinas de treinamento, insumos e programas de reabilitação social que permitem ao país retornar, quanto antes possível, à ordem e na busca por um futuro melhor para esse povo.