O Papa recebeu o cacique Félix Díaz, da comunidade Qom da Argentina

Mais Lidos

  • Edgar Morin (1921-2026): “A experiência me mostrou que o improvável pode acontecer”

    LER MAIS
  • Contra fim da escala 6X1, PEC da hora flexível reduz salários e enfraquece CLT

    LER MAIS
  • Adoecimento e violência são os dois documentos espaciais vistos nas paisagens urbanas e rurais, constata o geógrafo

    Vulnerabilidade, instabilidade e desamparo geram alma coletiva carente e abrem espaço para autoritarismo. Entrevista especial com Eguimar Felício Chaveiro

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 26 Junho 2013

“Esta manhã, o Santo Padre recebeu em audiência Adolfo Pérez Esquivel, Prêmio Nobel da Paz, que acompanhava Félix Díaz, dirigente da comunidade étnica Qom Primavera (Formosa, Argentina), com sua esposa, a senhora Amanda Asijak, e o reverendo Francisco Nazar, vigário episcopal para os povos originários da diocese de Formosa”, assinalou o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, o Padre Federico Lombardi.

A reportagem está publicada no sítio da Agência Informativa Católica Argentina – Aica, 24-06-2013. A tradução é do Cepat.

“O Senhor Félix Díaz manifestou ao Santo Padre seu agradecimento por esta audiência e o que significa em termos de manifestação de interesse e de apoio, e lhe falou sobre as dificuldades sofridas pelos povos indígenas da Argentina e da América Latina, assim como sobre sua preocupação pela proteção de seus direitos, especialmente no que se refere ao seu território e sua identidade cultural”, assinalou.

A reunião foi intermediada por Pérez Esquivel e tinha como objetivo fazer com que o Papa tomasse conhecimento das reivindicações dos povos originários pelo direito à terra e pedir ao pontífice argentino que “interceda” para que a presidente Cristina Fernández, que se negou a recebê-los, finalmente abra um canal de diálogo a fim de encontrar respostas para as suas demandas.

Segundo informou a comunidade Qom em um comunicado, levaram ao encontro com Francisco “as graves violações aos direitos humanos sofridos pelos povos originários no continente latino-americano”.