H&M e Zara apoiam acordo em Bangladesh

Revista ihu on-line

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

Caetano Veloso. Arte, política e poética da diversidade

Edição: 549

Leia mais

Mais Lidos

  • Fazer teologia, segundo o Papa Francisco

    LER MAIS
  • Papa Francisco recebe seis mulheres transgênero: “Nós nos sentimos acolhidas sem preconceitos”

    LER MAIS
  • Para os bispos brasileiros “urge não fechar os olhos diante da loucura da corrida armamentista no Brasil”

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


14 Mai 2013

H&M, Inditex, Tesco, Primark e C&A comprometeram-se a assinar um acordo para aumentar a segurança nas fábricas de roupas de Bangladesh, em meio aos seus esforços para conter as repercussões negativas do desabamento de uma confecção em 24 de abril, que matou pelo menos 1,1 mil pessoas.

A informação é de Barney Jopson, Richard Milne e Amy Kazmin, publicada pelo Financial Times e reproduzida pelo jornal Valor, 14-05-2013.

O compromisso foi uma iniciativa de dois grupos trabalhistas. Inclui inspeções de segurança independentes e a exigência de que as redes de varejo arquem com as despesas de reparos nas fábricas fornecedoras.

Os anúncios indicam que o desabamento do prédio há três semanas resultou em um novo comprometimento em relação à segurança por parte de grupos que compram da indústria têxtil do país, onde houve uma série de acidentes fatais nos últimos anos.

As empresas que concordaram com o documento estão entre as maiores varejistas da Europa. A Inditex, da Espanha, é dona da rede de moda Zara. A Tesco é líder no mercado de venda de alimentos no Reino Unido. A C&A vende roupas de preços médios por todo o continente. [A sueca H&M é a maior compradora das fábricas do país].

As redes têm até amanhã para aderir aos termos propostos pelos grupos IndustriALL e UNI Global Union. O cumprimento das regras deve ser fiscalizado por inspeções independentes ou até medidas judiciais. Não se determina, no entanto, penalidades para quem infringir suas diretrizes, segundo uma fonte do setor.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

H&M e Zara apoiam acordo em Bangladesh - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV