Aumenta o número de presos em greve de fome na prisão de Guantánamo

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Por: Jonas | 01 Mai 2013

Entre os presos no centro de detenção estadunidense, no Guantánamo, 100 dos 166 já se já se somaram a uma greve de fome que começou, há três meses, em busca de melhores condições, informou um porta-voz dessa base militar. Diante das repetidas denúncias de organizações de direitos civis, que estimam que são, ao menos, 130 detidos que aderiram a greve de fome, o porta-voz da prisão de Guantánamo, Samuel House, informou à imprensa que, na última semana, o número aumentou de 84 para 100.

A reportagem é publicada no jornal Página/12, 28-04-2013. A tradução é do Cepat.

Por meio de um correio eletrônico, House informou que vinte dos detidos em greve estão sendo alimentados à força, através de canais, com nutrientes líquidos e que cinco deles estão no hospital do campo de detenção. No entanto, organizações internacionais, como o “Center for Constitutional Rights”, denunciam que o número desses presos alimentados à força é maior.

A greve foi iniciada, no último dia 6 de fevereiro, em protesto pelas “duras condições disciplinares” nas quais vivem os presos na base naval estadunidense, localizada num pedaço do território cubano, que foi arrendado pelos Estados Unidos no início do século XX. A medida de greve começou com apenas vinte presos, mas com o correr dos meses foi se expandindo, especialmente entre a maioria dos residentes do Campo 6, o maior da prisão.

Há duas semanas, as autoridades militares decidiram separar os presos do módulo 6 em celas individuais, o que resultou num enfrentamento entre os guardas e os presos, que “ofereceram resistência com armas improvisadas”, segundo informaram as autoridades do cárcere militar. Os presos pedem às autoridades militares estadunidenses que permitam que sejam entregues os seus exemplares do Alcorão, o texto sagrado do Islã, e a receberem outros novos, uma vez que, segundo denunciaram, os que agora possuem foram inspecionados de maneira inadequada pelos guardas, em fevereiro passado.

Segundo o que informaram, nos últimos meses, os advogados estadunidenses dos detidos que fazem a greve, apenas essa concessão poderia relaxar a situação e, inclusive, acabar com a greve de maneira imediata.

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