Na Itália se experimenta a meditação tibetana

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10 Janeiro 2013

O Ausl de Bolonha decidiu permitir, como primeira instituição sanitária em nível internacional, a experimentação de uma terapia tibetana aos seus pacientes oncológicos. Chama-se Prática meditativa Tong Len, iniciará em fevereiro e será conduzida pela equipe de Gioacchino Pagliaro, de 58 anos, diretor da repartição de Psicologia Clínica do hospital Bellaria, equipe que se ocupa de meditação há mais de vinte anos.

A reportagem foi publicada no jornal Corriere della Sera, 05-01-2013.

Nos próximos dias serão escolhidos oitenta pacientes que entrementes continuarão o normal processo de curas: 40 serão submetidos à terapia e a outra metade não, de modo a avaliar as diferenças. Pagliaro e os 15 professores sanitários – explica a edição bolonhesa de Repubblica – não conhecerão os nomes de quem fará o teste: terão somente uma cédula com as iniciais do paciente, o tipo de patologia e determinados valores do sangue.

O estudo, de custo zero, durará diversos meses e, na distância de três e cinco anos, o staff de médicos analisará os pacientes para entender se houve mudanças, se variaram alguns valores do sangue, como o nível dos glóbulos brancos, ou mesmo se houve melhoras nos estados de ânsia e de tensão. Uma mensuração, esta, que ocorrerá antes, depois e durante o teste. O Tong Len (“Tomar e dar”) é uma antiga prática budista que prevê, como atividade central, a meditação. O comitê ético da Ausl aprovou a experimentação e o diretor sanitário Massimo Annichiarico firmou a liberação que autoriza o projeto. Até hoje não existe literatura científica que possa demonstrar o real benefício da terapia.

Veja também: A meditação contra o câncer

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