Reino Unido: impasse na nomeação do arcebispo de Canterbury

Mais Lidos

  • O sociólogo William I. Robinson, da Universidade da Califórnia, combina um trabalho militante, focado nas últimas semanas em protestos contra a força militar da fronteira dos EUA, com uma análise minuciosa do colapso do capitalismo

    “Gaza é um símbolo, um modelo, um alerta do que aguarda todo o planeta”. Entrevista com William I. Robinson

    LER MAIS
  • 'Therians', o fenômeno viral sem fundamento que a extrema-direita usa para alimentar sua retórica 'anti-woke'

    LER MAIS
  • “Uma nova civilização está sendo construída, a civilização da onipotência”. Entrevista com Gilles Lipovetsky

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Outubro 2012

A Igreja da Inglaterra poderia ficar sem arcebispo de Canterbury quando, no fim de dezembro, Rowan Williams renunciar. Segundo algumas fontes, a comissão encarregada de escolher o sucessor não estaria conseguindo chegar a um acordo e poderia ser necessária a intervenção do primeiro-ministro, David Cameron.

A reportagem é do sítio Vatican Insider, 01-10-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O jornal Times informou nessa segunda-feira que a Crown Nominations Commission concordou sobre o nome do primeiro candidato: Justin Welby, bispo de Durham e ex-dirigente petrolífero, alcançou os dois terços de votos necessários para garantir a candidatura. A comissão, no entanto, continua dividida sobre quem propor como candidato de segunda escolha entre John Sentamu, arcebispo de York, e Graham James, bispo de Norwich.

Era esperada uma decisão para esta semana, mas agora parece que os membros da comissão querem tomar mais tempo para refletir. Como o novo arcebispo de Canterbury deve ter três meses de pré-aviso desde a sua nomeação até o início do seu mandato, isso poderia significar que os 77 milhões de anglicanos do mundo poderiam ficar sem primaz.

A comissão deve submeter dois nomes ao primeiro-ministro, que até agora estivera livre para escolher entre os dois. Mas com Gordon Brown, o costume foi mudado, e o primeiro candidato será agora comunicado diretamente à rainha, a quem cabe a nomeação final. O primeiro-ministro também poderá, no entanto, dar a sua opinião, exercendo aquela que é conhecida como a royal prerogative.