Sobre a PUCP. Cipriani chama Bambarén para uma conversa “cara a cara”

Mais Lidos

  • Eles se esqueceram de Jesus: o clericalismo como veneno moral

    LER MAIS
  • Estereótipos como conservador ou progressista “ocultam a heterogeneidade das trajetórias, marcadas por classe, raça, gênero, religião e território” das juventudes, afirma a psicóloga

    Jovens ativistas das direitas radicais apostam no antagonismo e se compreendem como contracultura. Entrevista especial com Beatriz Besen

    LER MAIS
  • De uma Igreja-mestra patriarcal para uma Igreja-aprendiz feminista. Artigo de Gabriel Vilardi

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

Por: Jonas | 01 Setembro 2012

O cardeal Juan Luis Cipriani respondeu as críticas lançadas pelo bispo emérito Luis Bambarén, contra a Conferência Episcopal Peruana, por defender a posição da Igreja no conflito com a Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP).

A reportagem é publicada pelo sítio Religión Digital, 31-08-2012. A tradução é do Cepat.

“Eu acredito que deve estar sumamente arrependido, porque foi pouco oportuno e uma falta de respeito com toda a Conferência (...). Não sei por que lhe surgiu essa veia de ódio e ressentimento”, disse Cipriani, no Canal N.

Diante das declarações de Bambarén, que destacou que “a Igreja perde” ao entrar no conflito entre Cipriani e a PUCP, o cardeal o convidou a conversar pessoalmente. “Compreendo que tenha passado por um momento de obscuridade, mas o que queira falar comigo, cara a cara nos entenderemos melhor (...). As portas de minha casa estão escancaradas”, acrescentou.

Sobre a situação atual do conflito com as autoridades da Universidade Católica, Cipriani assinalou que “tudo está nas mãos da Secretaria de Estado”. “Continuo apelando ao sentido comum dos membros da Universidade Católica para definir se o tema será resolvido pela cúpula ou assembleia universitária ou se isto merece uma consulta maior dos professores, mas a tradição da instituição está sendo afetada”, sustentou.