Consórcio de Jirau diz que não deve os salários atrasados

Mais Lidos

  • Thiel leva suas palestras sobre o Anticristo à porta do Vaticano, e as instituições católicas recuam

    LER MAIS
  • “Em uma sociedade capitalista, nosso cansaço é político”. Entrevista com Romain Huët

    LER MAIS
  • Em meio à escalada autoritária de Trump contra países com recursos estratégicos ao seu país, Brasil começa a desenvolver sua Estratégia Nacional de Terras Raras

    Brasil e o novo regime global de governança mineral. Entrevista especial com Edna Aparecida da Silva

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

09 Dezembro 2011

A ESBR (Energia Sustentável do Brasil), construtora da usina de Jirau, em Rondônia, negou ontem que deva salários a trabalhadores contratados.

A informação é do jornal Folha de S. Paulo, 09-12-2011.

Anteontem (7),a Justiça determinou bloqueio da conta bancária e corte de 50% do salário do presidente da empresa, Victor Paranhos, e do diretor Paulo Lima.

O bloqueio vale também para Julio Schmidt, dono da WPG Construções (subcontratada), e contas das duas empresas.

De acordo com o Ministério Público, 80 empregados da WPG estão desde setembro sem salário, alojamento, transporte e alimento. A ESBR disse ser da WPG a responsabilidade trabalhista e que o contrato entre ambas foi desfeito em outubro.

A Folha apurou já haver outra empresa contratada no lugar. O dono da WPG disse que teve de demitir os empregados porque a ESBR não pagou o que deveria. A empresa nega.