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05 Julho 2011

A jornada de encontro entre representantes das diversas religiões que será realizada em Assis no próximo dia 27 de outubro, na presença do papa e no 25º aniversário do primeiro encontro inter-religioso do gênero, "comportará momentos de oração, entendida como diálogo de todo crente com Deus ou com o Absoluto, cada um com sua própria tradição religiosa ou a sua busca da verdade ", indica o cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso.

A nota é de Giacomo Galeazzi, publicada em seu blog Oltretevere, 04-07-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Nos encontros anteriores de Assis, presididos por João Paulo II, nem todos, começando pelo então cardeal Ratzinger, compartilharam a ideia de um momento de oração comum. "A oração será um elemento principal da jornada do dia 27 de outubro", afirma o purpurado francês em uma intervenção no jornal L`Osservatore Romano.

"A viagem de Roma a Assis, mesmo sendo uma ocasião de conhecimento recíproco e de diálogo informal entre os participantes, também poderá ser um tempo de reflexão e de oração. Um momento de oração pessoal e de reflexão se seguirá ao almoço compartilhado no sinal da fraternidade e da frugalidade. O caminho-peregrinação da tarde em silêncio até a Basílica de São Francisco também oferecerá espaço para a oração e a meditação pessoal. Para os católicos, será significativa a vigília de oração presidida pelo Santo Padre com os fiéis da diocese de Roma, na basílica papal de São Pedro, na noite anterior".

Além disso, "na jornada do dia 27 de outubro, não faltarão os espaços de diálogo, tanto formais quanto informais. O primeiro momento, formal, será constituído pela comemoração do encontro de 1986 [pela paz do mundo], assim como do de 1994 [pela paz nos Balcãs] e o de 2002 [pela paz no mundo depois dos atentados do 11 de setembro] e por um aprofundamento do tema da Jornada: `Peregrinos da verdade, peregrinos da paz`. Além do Santo Padre, expoentes de algumas das delegações presentes também se pronunciarão. Um momento significativo de diálogo também será constituído pela adesão ao compromisso assumido no dia 24 janeiro de 2002 em favor da paz. Todos renovarão os compromissos manifestados naquele dia: `Comprometemo-nos a...`. O conteúdo desse `Decálogo` demonstrou ser profético e ainda hoje conserva toda a sua relevância".

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