Bispo equatoriano começa greve de fome em Sucumbíos

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24 Mai 2011

Publicamos aqui a nota do blog da Igreja de San Miguel de Sucumbíos - Isamis, 24-05-2011, em que se informa sobre a greve de fome (jejum) iniciada por Dom Gonzalo López Marañón, bispo emérito de Sucumbíos, no Equador, devido à grave situação eclesial e social. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

Capilla del Belén
Parque Alameda
Quito, Equador, 24 de maio de 2011

Todos e todas estamos convidados a orar e a acompanhar Dom Gonzalo López em seu jejum pela reconciliação em Sucumbíos.

Una-se pela reconciliação em Sucumbíos!

A província de Sucumbíos vive momentos difíceis, e seu tecido social parece ultrajado e desfeito a seis meses da saída de Dom Gonzalo López Marañón do Vicariato e após a passagem da Congregação dos Arautos do Evangelho. Inúmeras perdas e divisões ocorreram nos últimos meses na comunidade cristã e na sociedade, nas famílias e nas organizações, e a cada dia se agravam mais e mais.

"É preciso agir com determinação e com urgência para que haja reconciliação entre irmãos e irmãs, para que se curem as feridas abertas, e volte a paz àquela terra. E diante disso me perguntei, como cristão e como bispo, o que eu deveria fazer por este nordeste [equatoriano] e pela Igreja tão queridos, pelos quais dei e quero continuar dando a vida. E este é um bom argumento, me parece, para este jejum público, que eu decidi realizar perante minha consciência e perante Deus. Peço sua oração e sua compreensão" (Dom Gonzalo López Marañón, Carmelitas Descalços).

O jejum é uma medida de incidência não violenta sobre a sociedade

Chama-se de jejum o ato de se abster voluntariamente de alimentos e, em alguns casos, da ingestão de líquidos, por um determinado período de tempo. A limpeza que o jejum outorga ao organismo e a lucidez que desperta no cérebro fazem do jejum um meio adequado para a iluminação e para poder emitir uma mensagem profunda para aqueles que desejam escutá-la, uma mensagem de paz e de reconciliação.

Além disso, é um caminho de espiritualidade, de não violência e de fraternidade ao estilo de Jesus de Nazaré, Martin Luther King, Gandhi... e da tradição cristã.

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