IELB condena o homossexualismo e rejeita a discriminação

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17 Mai 2011

A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) repudia o reconhecimento civil da união homoafetiva, estabelecida em julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), "porque contraria a vontade expressa de Deus" e dificulta, quando não impossibilita, homossexuais "reverem suas opções e comportamento".

A notícia é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 17-05-2011.

A posição da IELB vem assinada pelo seu presidente, pastor Egon Kopereck, amparado em parecer da Comissão de Teologia. Luteranos repudiam a hipótese de adoção e guarda de crianças por casais homossexuais porque formará nelas "uma visão distorcida da sua própria natureza".

Diferenciando homossexualismo de homofobia, a IELB não concorda com a conduta homossexual, mas não discrimina o sujeito. Ela repudia qualquer forma de discriminação e bem por isso coloca-se ao lado "também das pessoas de comportamento homossexual", prestando-lhes apoio para que alcancem uma vida agradável a Deus.

Deus ama todas as criaturas, também o homossexual, expressa o posicionamento da IELB, que vê a sexualidade como dom do Criador s "para ser vivido entre um homem e uma mulher dentro do casamento".

Mas ao mesmo tempo a IELB, baseada na Sagrada Escritura, vê na homossexualidade "um desvio do propósito criador de Deus, fruto da corrupção humana que degrada a pessoa e transgride a vontade de Deus".