25 de fevereiro de 1982

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • “Discursos desse tipo ameaçam a democracia de forma evidente, são discursos que criam desconfiança nas instituições, em um país como o Brasil, onde a democracia não voltou há muito tempo”, afirma o pesquisador

    Polarização política brasileira e o extremismo disfarçado de encanto. Entrevista especial com Paolo Demuru

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

25 Fevereiro 2020

Tucapel Jiménez Alfaro. Chile, †1982.

Líder sindicalista e político foi assassinado quando se dirigia caminho a Santiago por membros da repressão. Presidente dos empregados fiscais.  

Tucapel Jiménez, dirigente sindical de 60 anos. Mártir das lutas dos trabalhadores chilenos.

Foi encontrado morto dentro de seu carro, numa rua de Santiago, precisamente quando estava realizando um importante trabalho de conscientização e unidade entre os vários sindicatos.

Fundador e secretário geral da Associação Nacional de Empregados Fiscais (ANEF), Tucapel foi amplamente conhecido através de seus 30 anos de militância sindical.

Pobre, honesto, moderado, disposto sempre a solidarizar-se com todos os atos que visassem à defesa dos direitos humanos e, especialmente, dos direitos dos trabalhadores.

Tucapel relacionou-se e colaborou com o Vicariato da Solidariedade.

Durante seu funeral, celebrado na Catedral de Santiago, o bispo auxiliar, Jorge Hourton, declarou na homilia: “A Igreja de Santiago, ao celebrar as homenagens fúnebres de um predestinado e antigo dirigente sindical nacional, quer ressaltar o valor moral e a eminente dignidade da causa dos trabalhadores, das organizações sindicais autenticamente representativas e de seus dirigentes que, com sacrifício, lutam, sofrem e morrem por seus companheiros aqui representados... Não seríamos cristãos se não reconhecêssemos, no ato de morrer como vítima de compromisso e a serviço de uma casa justa, a prova de um grande amor que, de modo misterioso, repete e prolonga a agonia de Cristo”.

Texto retirado do livro: Sangue pelo Povo - Martirológio Latino-Americano - Ed. Vozes

Fonte: http://www.puntofinal.cl/001006/nac2.html