Yermak sobre a missão do cardeal Zuppi: “Útil se ajudar na troca de prisioneiros, mas não precisamos de mediação”

Andriy Yermak, chefe de gabinete do presidente ucraniano (Divulgação | President of Ukraine)

Mais Lidos

  • Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a República

    LER MAIS
  • Pesquisadora reconstrói a genealogia do ecofascismo e analisa as apropriações autoritárias do pensamento ambiental, desde o evolucionismo do século XIX e o imaginário “ecológico” nazista até suas mutações contemporâneas. Ela examina novas formas de “nacionalismo verde” e explica como a crise climática é instrumentalizada pela extrema-direita para legitimar exclusões, fronteiras e soluções antidemocráticas

    Ecofascistas: genealogias e ideias da extrema-direita "verde". Entrevista com Francesca Santolini

    LER MAIS
  • A guerra dos EUA e Israel com o Irã: informação, análise e guerra assimétrica. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

28 Junho 2023

Andriy Yermak, chefe do gabinete presidencial ucraniano, saúda a viagem do cardeal Matteo Zuppi "se ela marca o início do envolvimento do Vaticano na troca de prisioneiros e no retorno das crianças" deportadas na Rússia.

A informação é publicada por Il Sismografo, 27-06-2023.

Yermak, que falou em um encontro com a imprensa internacional em Kiev, repetiu que a Ucrânia recusa as negociações com a Rússia que o Vaticano propõe, até que o exército russo abandone os territórios que ocupa na Ucrânia. "Não precisamos de mediação. Não confiamos na Rússia e acreditamos que isso não vai mudar”, acrescentou, referindo-se aos acordos de Minsk assinados entre Kiev e Moscou após a primeira intervenção russa na Ucrânia em 2014, que não levaram à paz em Donbass nem impediram a invasão russa.

Leia mais