Bispos noruegueses manifestam inquietude com disseminação do covid-19 na Amazônia

Foto: Ricardo Stuckert

Mais Lidos

  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Padre Josimo: 40 anos depois segue sendo assassinado todo dia. E segue ressuscitando

    LER MAIS
  • Pesquisadora discute sobre a disputa de sexo e gênero no ciclo de estudos Gênero, Religião, Política. Mobilização de crenças e afetos realizado pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU nesta terça-feira, 12-05-2026, às 10h

    O conservadorismo contemporâneo nos debates sobre gênero dentro da perspectiva feminista e antifeminista

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

23 Mai 2020

Em carta dirigida à embaixada brasileira em Oslo, igrejas norueguesas expressam preocupação e solidariedade para com os povos indígenas da Amazônia.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

“Achamos profundamente preocupante a disseminação descontrolada do covid-19 na Amazônia, causando o colapso dos sistemas de saúde”, escrevem o bispo presidente da Igreja da Noruega, Olav Fykse Tveit, e o bispo da diocese católica da capital, Bernt I. Eidsvig.

Pessoas com sintomas evidentes da doença morrem em casa sem assistência médica e acesso a um hospital, denunciam os bispos. “Diante desse cenário de pandemia, cabe às autoridades públicas implementarem estratégias de atendimento responsável para os setores populacionais mais vulneráveis”, apontam.

Atividades extrativas e o desmatamento aumentam ainda mais a vulnerabilidade desses povos. “Com a Amazônia cada vez mais devastada ocorrerão sucessivas pandemias, piores do que as que estamos enfrentando atualmente”, alertam Tveit e Eidsvig.

Leia mais