Diálogo privado entre o Papa Francisco e os jesuítas na Irlanda

Audiência do Papa Francisco na Irlanda com autoridades e diplomatas. Foto: Vatican Media

Mais Lidos

  • “Meu pai espiritual, Santo Agostinho": o Papa Leão XIV, um ano depois. Artigo de Carlos Eduardo Sell

    LER MAIS
  • A mineração de terras raras tem o potencial de ampliar a perda da cobertura vegetal nas áreas mineradas, além de aumentar a poluição por metais tóxicos e elementos químicos radioativos que são encontrados associados às terras raras, afirma o pesquisador da UFRGS

    Exploração de terras raras no RS: projeto põe recursos naturais em risco e viabiliza catástrofes. Entrevista especial com Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS
  • EUA e Irã: perto de um acordo? O que se sabe sobre as negociações nos bastidores para pôr fim à guerra?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Setembro 2018

Na conversa ocorrida na Irlanda com os seus coirmãos, o pontífice indicou o caminho a seguir para “acabar” com o escândalo dos abusos. Ele também falou de liberdade, de discernimento e de vocações.

A nota é publicada por La Civiltà Cattolica, 12-09-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Durante a sua recente visita à Irlanda, no dia 25 de agosto, o Papa Francisco se encontrou, como já é costume, com um grupo de jesuítas. O diretor da revista La Civiltà Cattolica, Pe. Antonio Spadaro, presente no encontro, realizou, com exclusividade para o número 4.038 da nossa revista (a ser publicada no sábado, 15 de setembro), o relato do encontro e a transcrição da conversa que publicaremos integralmente nesta quinta-feira, 13 de setembro, no site www.laciviltacattolica.it e simultaneamente em inglês, espanhol e francês.

O encontro ocorreu imediatamente após aquele com oito vítimas de abusos sexuais. Para o papa, “não basta virar a página, mas buscar remédio, reparação, tudo aquilo que é necessário para curar as feridas e restaurar a vida a tantas pessoas”. Naquela ocasião, ele reformulou com extrema clareza o seu “diagnóstico” do escândalo. Também pediu para “trabalhar para que se entenda bem o frescor do Evangelho” e voltou aos temas da liberdade e do discernimento.

Na conversa, também surgiu a preocupação com as vocações. O papa, então, respondeu à pergunta: “Como o senhor faz para manter o coração alegre com tudo o que lhe acontece?”.

Leia mais