Família: ''Processo de nulidade deve se tornar menos jurídico e mais pastoral''

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • Conscientização individual dos efeitos das mudanças climáticas aumenta, mas enfrentamento dos eventos extremos depende de ação coletiva, diz pesquisador da Universidade de Santa Cruz (Unisc)

    Dois anos após as enchentes: planos de governo das prefeituras gaúchas não enfrentam as questões climáticas. Entrevista especial com João Pedro Schmidt

    LER MAIS
  • ‘Grande Sertão: Veredas’ e suas questões. Artigo de Faustino Teixeira

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Novembro 2017

“O matrimônio é muito mais do que um contrato. O processo de nulidade deve se tornar menos jurídico e mais pastoral.” Foi o que disse o padre Paolo Gentili, diretor do Escritório para a Pastoral Familiar da Conferência Episcopal Italiana (CEI), durante a apresentação, em Roma, do livro Complici nel bene [Cúmplices no bem] (Ed. San Paolo), de Laura Viscardi e Claudio Gentili.

A reportagem é do Servizio Informazione Religiosa, 11-11-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

“Em 2015, foram 57.800 as separações de matrimônios religiosos e 2.500 os pedidos de nulidade, mas os outros 55.000 casos passaram sob uma verificação?”, perguntou-se o diretor do Escritório da CEI, que assinala a brevidade dos processos.

“O processo ordinário tem uma duração de um ano e meio, e é permitido se beneficiar do patrocínio gratuito, enquanto o processo breve deve durar até dois meses, quando ambas as partes estão conscientes de que esse matrimônio não existia porque tantos outros fatores intervieram.”

O Pe. Gentili enfatizou no seu discurso o papel “fundamental do acompanhamento”, consciente de que “a nulidade do matrimônio não é cortar uma folha” e de que, nessas fases, “vive-se a solidão”.

No pano de fundo, a Amoris laetitia, que “não é o fruto de um papa solitário, mas nasceu a partir de um caminho de povo e de Igreja”. Então, “é preciso se deixar ajudar, entrar na realidade concreta das pessoas”.

Leia mais