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Ratzinger e os “ratzingerianos”

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22 Abril 2017

Nos dias em que se multiplicaram, com justiça, os parabéns dirigidos ao Papa Emérito Bento XVI, que completou 90 anos no dia 16 de abril passado, eu multipliquei, quase de reflexo, a leitura de alguns dos seus escritos. Eu não diria a verdade se escondesse a admiração pela profundidade de pensamento e de intuição própria de Joseph Ratzinger. Em relação a ele, eu sempre alimentei uma sincera estima, e não apenas porque eu tive a possibilidade de conhecê-lo como pontífice antes que como teólogo.

O comentário é de Antonio Ballarò, publicada no sítio Settimana News, 20-03-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

No entanto, nos dias anteriores, e não por pouco, à recorrência do aniversário do papa alemão, reapareceram algumas leituras alternativas do passado eclesial mais recente; algumas também implicitamente capazes de criar tensões. Mas o fato é que algumas “saídas de efeito” são contraproducentes: servem, no máximo, para se contorcerem contra si mesmas. E eu acho que, justamente aqui, entrecruzam-se, indiretamente, duas leituras concretas.

Um papa “frágil”

A primeira é a de um “papado frágil”. Bento XVI foi o pontífice que mais do que outros – penso até no seu antecessor – soube manifestar força na fraqueza (cf. 2Co 12, 10). A sua “docilidade” se estendeu até a consciência de ter chegado ao limite, àquela cognitio certa que lhe confirmava que não podia mais levar adiante o “peso” do ministério petrino (cf. Bento XVI, “Último Testamento”, Ed. Planeta).

Foi uma decisão sofrida. Mas foi, acima de tudo, a escolha com a qual, embora deixando arregalados os olhos do mundo, todo o pontificado se “resumia” e se “reunificava”.

O papa do encontro entre fé e razão, do abraço inabalável ao Deus vivo e verdadeiro, da forte tentativa de recuperação da barca de Pedro permaneceu sempre, essencialmente, humilde. Nunca procurou os holofotes: foram estes que o encontraram sem deixá-lo mais, incidindo, e não por pouco, na sua vida. E, embora se possa discordar de algumas das suas escolhas que, como prefeito e como pontífice, ele fez, em caso algum se pode chegar a uma maquinação procurada, que já se revelou como expressão de uma insensibilidade radical em relação ao bem da comunidade eclesial.

Um papa “desmarcado”

A segunda é a de um “papado desmarcado”. Nesse sentido tinha se exposto Massimo Faggioli, professor da Villanova University, por ocasião do lançamento do último livro-entrevista do Papa Bento. Ele escreveu então na Commonweal: “As declarações de Bento sobre algumas questões parecem tentativas de um reposicionamento de si mesmo”. E isso para evitar “indevidas apropriações” da sua pessoa, para tentar “gerir” com serenidade os últimos anos de vida, para não deixar de olhar para a Igreja como para uma “casa”; embora de modo novo e inédito.

A atividade acadêmica e pastoral do “papa teólogo” frequentemente correu o risco de uma “recondução não desejada” a esta ou aquela corrente. Com a mentira de que, inevitavelmente, as posições das quais ele se fazia promotor tornavam-se objeto de instrumentalizações e de exageros.

Entende-se que o homem Ratzinger usou constantemente os “filtros” de uma teologia e de uma ação de governo que manifestavam um senso de boa-fé, por um lado, e de grande afeição pela Igreja, por outro. São, portanto, duas razões suficientes para “justificar” o distanciamento. Um fato inevitável para ele, que, com toda a probabilidade, tornou-se evidente ainda antes da oficialidade da renúncia. E que agora leva os seus amigos mais fiéis a definirem a serenidade e a regularidade do seu rosto.

Bento foi o protagonista de um papado que requer, sumamente, uma consideração em si mesmo. Além disso, ele olhou com atenção e preocupação para o tempo que o viu a serviço da Igreja. Certamente, ele se mostrou consciente e experiente. Isso aconteceu a tal ponto de ele dar à luz algo nunca visto na era moderna: um solene ato de renúncia seguido por um sábio silêncio, que, justamente a seu modo, indica serenidade, proteção, confiança no futuro.

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