Agências da ONU pedem mais financiamento para enfrentar El Niño

Foto: Rede Valvet | Pixabay

Mais Lidos

  • A terrível explosão atômica de Hiroshima contada pelos olhos de cinco de seus protagonistas: "Não consigo nem descrever completamente como era aquela luz"

    LER MAIS
  • Ciclone-bomba deve provocar ventania em oito estados

    LER MAIS
  • O Google nomeia o ganhador do Prêmio Nobel Demis Hassabis como cientista-chefe

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

19 Junho 2026

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos (WFP) fizeram um apelo para proteger 8,8 milhões de pessoas em 22 países altamente vulneráveis aos impactos do El Niño. As agências têm recursos para assistir 1,2 milhão de pessoas, mas estimam que sejam necessários mais US$ 167 milhões (R$ 866 milhões) para ampliar a ajuda.

A informação é publicada por ClimaInfo, 18-06-2026.

Os 22 países listados como mais vulneráveis são Camarões, Etiópia, Quênia, Madagascar, Malawi, Moçambique, Nigéria, Somália, Sudão do Sul, Sudão, Uganda e Zimbábue, na África; Afeganistão, Paquistão, Filipinas e Timor-Leste na Ásia-Pacífico; e Colômbia, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras e Venezuela, na América Latina e Caribe.

As intervenções preveem ajuda em dinheiro, distribuição de sementes resistentes à seca e às inundações, proteção do gado e sistemas de alerta precoce, entre outras medidas. "A experiência demonstra sistematicamente que agir de forma antecipada é mais eficaz e menos custoso do que intervir quando a crise já se agravou", afirma Beth Bechdol, diretora-geral adjunta da FAO.

A previsão é que o El Niño se intensifique nos próximos meses, provocando condições mais secas em algumas áreas e mais úmidas, com maior risco de inundações, em outras. O fenômeno pode atrapalhar a agricultura e afetar a segurança alimentar, além da disponibilidade de água.

Leia mais