Educação climática avança pouco nas escolas brasileiras, apesar do interesse dos professores

Foto: ArtHouse Studio | Pexels

Mais Lidos

  • O cruzado, o imperador e seus ataques aos persas. Artigo de José Luís Fiori

    LER MAIS
  • Israel suspende ataques a gás do Irã após pedido dos EUA

    LER MAIS
  • “É imprescindível superar os preconceitos racistas”. Entrevista com Elodie Edwards-Grossi e Delphine Peiretti-Courtis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

09 Outubro 2025

Pesquisa mostra que 92% dos docentes consideram o tema essencial, mas a falta de apoio, formação e políticas públicas impede que a crise do clima entre de vez na sala de aula.

A informação é de Karina Pinheiro, publicada por ((o))eco, 08-10-2025.

Uma pesquisa nacional da Nova Escola, em parceria com o Office for Climate Education (OCE), revela um contraste entre o engajamento dos professores e a realidade escolar: 92% dos docentes brasileiros consideram a educação climática muito importante, mas menos da metade consegue tratar do tema semanalmente com os alunos. O levantamento ouviu 1.600 professores e mostrou que a falta de formação, apoio institucional e materiais didáticos adequados são os principais obstáculos.

Segundo o estudo, 38% dos professores não se sentem seguros para ensinar os fundamentos científicos das mudanças climáticas, e mais de 40% das escolas não têm plano de ação climática em seus Projetos Político-Pedagógicos. Mesmo assim, 86% dos docentes demonstram interesse em formação continuada.

“O fato de a COP30 ser no Brasil este ano eleva o contexto do país a um ponto de reflexão sobre a educação climática”, afirma Ana Lígia Scachetti, diretora-executiva da Nova Escola.

Segundo a pesquisa, os resultados reforçam a urgência de inserir o tema nos currículos escolares, de forma interdisciplinar e permanente, além de garantir formação de qualidade aos professores.

Leia mais