Jesus aplicou a teoria dos jogos, diz líder eclesiástico suíço

Foto: Ben Neale/Unsplash

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Agosto 2025

Nos jogos de tabuleiro, um perde o outro ganha. Mas nem todos os jogos precisam necessariamente de um perdedor e um vencedor. O Prêmio Nobel de Economia, John Nash, modelou jogos em que todos podem ganhar. Exige sutileza, paciência e um pouco de fé uns nos outros.

A reportagem é de Edelberto Behs.

A reflexão é do presidente do Conselho Sinodal de igreja protestante suíça, Yves Bourquin, em artigo para o jornal Reformado. “Felizmente, a teoria dos jogos reconhece outros equilíbrios, mais frágeis, mais humanos”, que não passa pela vitória num combate.

Jesus jogou esse jogo, afirma Yves. “Ele não esmagou ninguém. Lavou os pés dos seus amigos, ofereceu a outra face e repartiu o pão. E como frequentemente acontece neste mundo, foi recompensado com uma ultra solução: a cruz. Fim de jogo. Problema resolvido. Apesar da ofensa, Deus não respondeu com guerra... Recusou-se até mesmo a punir os perdedores. Ele reabriu o jogo. Ele estabeleceu um Novo Testamento”.

Desde então, conclui Yves, “o Evangelho tem sido um chamado para mudarmos nossa lógica. Para vencermos juntos por uma obra de beleza, justiça e significado”.

Não cabe nesse jogo o apelo ao conflito, à guerra. Nessa brincadeira perigosa do embate, em que tudo pode acabar, o certo é que haverá uma vencedora: a barata.

Leia mais