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A crise ambiental causada pela poluição plástica

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17 Mai 2025

Este documento síntese aborda a crise ambiental causada pela poluição plástica, destacando o papel dos interesses econômicos na perpetuação do problema e os impactos devastadores no meio ambiente e na saúde humana. 

A reportagem é publicada por EcoDebate, 16-05-2025. 

O artigo “Lucros que não se decompõem: a tragédia persistente do plástico”, publicado aqui no EcoDebate, escrito por Reinaldo Dias, aborda a crise da poluição plástica como um símbolo da era do descartável e um problema impulsionado por interesses econômicos da indústria petroquímica.

Ele detalha o crescimento exponencial da produção e consumo de plásticos, a baixa taxa de reciclagem global e os impactos devastadores no meio ambiente, incluindo a contaminação de oceanos, vida selvagem e até mesmo o corpo humano por micro e nanoplásticos.

O texto também explora as dificuldades e entraves internacionais na criação de um tratado global para combater a poluição plástica, destacando a resistência de países produtores de petróleo e grandes corporações, e sugere alternativas sustentáveis e políticas públicas para mitigar a crise.

Principais Temas e Ideias:

A Tragédia do Plástico como Símbolo da Era do Descartável e a Influência dos Interesses Econômicos:

O plástico é identificado como o “símbolo mais perverso da era do descartável” em um planeta que “afunda lentamente em seus próprios resíduos”.

A crise da poluição plástica é alimentada por “interesses econômicos que não se decompõem”.

Lobbies dos combustíveis fósseis, grandes potências petroleiras e corporações multinacionais agem como “forças contrárias à vida”, “bloqueando tratados, sabotando regulações e retardando o que já deveria ser urgente: o enfrentamento coordenado de um desastre ecológico anunciado”.

A “sustentabilidade do planeta é moeda de troca, sacrificada sem hesitação em nome de lucros que se acumulam — e permanecem, como o plástico, por tempo indefinido”.

Crescimento Exponencial da Produção e Consumo de Plásticos e a Baixa Taxa de Reciclagem:

Mais de 8 bilhões de toneladas de plástico foram produzidas desde 1950, grande parte ainda presente nos ecossistemas.

A produção anual de plástico é de cerca de 460 milhões de toneladas, com projeções de triplicar até 2060 se não houver políticas rigorosas.

Menos de 60 multinacionais são responsáveis por mais da metade da poluição plástica global, com destaque para Coca-Cola (11%), PepsiCo (5%), Danone (3%), Nestlé (3%), Altria (2%) e Philip Morris International (2%). A maioria dos resíduos rastreados são de embalagens descartáveis de alimentos, bebidas e tabaco.

A produção global de plástico dobrou desde 2000, enquanto a taxa de reciclagem “permanece em apenas 9%”.

Há uma “correlação direta entre o aumento da produção de plástico e a intensificação da poluição ambiental”.

A indústria petroquímica aposta agressivamente na produção de polímeros como alternativa econômica diante da redução do consumo de combustíveis fósseis, contrariando esforços internacionais por um tratado global.

Resistência ao Tratado Global sobre Plásticos e o Papel das Grandes Corporações:

As negociações para um Tratado Global sobre Plásticos, iniciado em 2022 com o objetivo de eliminar a poluição plástica até 2040, enfrentam dificuldades e o prazo foi estendido para 2025.

A resistência vem principalmente dos “países produtores de petróleo” que se opõem a restrições obrigatórias na produção de polímeros, insistindo em medidas voluntárias focadas apenas na gestão de resíduos e reciclagem.

Grandes corporações, como a Coca-Cola, que foi apontada como a maior poluidora plástica do mundo por seis anos, têm “revisto silenciosamente seus compromissos ambientais”, reduzindo metas de conteúdo reciclado e adiando metas de coleta de embalagens.

A ausência de um compromisso renovado com embalagens reutilizáveis pela Coca-Cola foi interpretada como um “retrocesso significativo”.

As dificuldades nas negociações “revelam não apenas a resistência dos países produtores de petróleo, mas também o papel de grandes corporações”.

Impactos Devastadores da Poluição Plástica no Meio Ambiente:

Cerca de 20 milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos todos os anos, “afetando profundamente a biodiversidade marinha”.

Ecossistemas protegidos, como o Parque Marinho de Abrolhos no Brasil, já apresentam “altos níveis de contaminação por microplásticos”.

Um estudo recente revelou que a ingestão de plásticos está causando “danos cerebrais em filhotes de cagarra-negra (Puffinus griséus), semelhantes às doenças de Alzheimer e Parkinson em humanos”. Os filhotes apresentam “neurodegeneração, deterioração do estômago e ruptura celular” devido aos resíduos plásticos ingeridos.

Estudos anteriores mostram que um único filhote pode carregar até 400 pedaços de plástico, representando 10% do seu peso corporal.

A neurodegeneração observada “evidencia o impacto profundo e irreversível da poluição plástica na vida selvagem marinha”, comprometendo funções vitais e inviabilizando a sobrevivência.

Ameaça dos Micro e Nanoplásticos à Saúde Humana e Segurança Alimentar:

Micro e nanoplásticos se tornaram uma “ameaça onipresente”, infiltrando-se em alimentos, água potável, ar e “até mesmo no corpo humano”.

Estudos recentes revelam a presença dessas partículas em órgãos como cérebro, fígado e pulmões, indicando uma “ameaça potencialmente grave à saúde humana, cujas consequências ainda estão sendo compreendidas”.

A presença de microplásticos em tecidos humanos está associada a “maior risco de doenças cardiovasculares, inflamações e danos celulares”.

Pesquisas no Brasil avaliam a correlação entre microplásticos no sangue e a incidência de doenças cardíacas.

A poluição por microplásticos ameaça a segurança alimentar global ao reduzir a fotossíntese de plantas terrestres (cerca de 12%) e algas marinhas (7%), podendo causar perdas significativas na produção de culturas como trigo, arroz e milho e reduzir a pesca.

Como resultado, “até 400 milhões de pessoas podem enfrentar insegurança alimentar nas próximas décadas”.

Micro e nanoplásticos estão presentes na água potável, inclusive na água engarrafada. Estudos revelam que um litro de água engarrafada pode conter, em média, 240.000 fragmentos de plástico detectáveis, sendo 90% nanoplásticos.

Na Espanha, um estudo encontrou entre 110 mil e 370 mil fragmentos plásticos por litro de água engarrafada, excedendo estimativas anteriores em até cem vezes.

Além dos microplásticos, aditivos químicos como estabilizantes e plastificantes também são encontrados na água engarrafada, representando “riscos significativos à saúde humana”.

Estima-se que, ao beber dois litros de água por dia, uma pessoa ingere 262 microgramas de partículas plásticas por ano.

Limitações da Reciclagem e Greenwashing Corporativo:

Apesar de ser frequentemente apresentada como solução, “apenas cerca de 9% do plástico produzido no mundo é efetivamente reciclado”.

Países como o Brasil possuem índices ainda mais baixos, reciclando “pouco mais de 1%”.

“Dificuldades técnicas e econômicas limitam significativamente a reciclagem”, especialmente para plásticos complexos.

Iniciativas corporativas destinadas a resolver o problema da reciclagem têm demonstrado ser mais “marketing do que soluções efetivas”.

A Aliança para Acabar com o Lixo Plástico (AEPW) é citada como um caso de “greenwashing”, tendo coletado menos de 0,1% da quantidade de plástico produzida pelas empresas membros.

Entraves Internacionais, Interesses Econômicos e Retrocessos Políticos:

As negociações para o tratado global enfrentam “forte resistência da indústria petroquímica e de países dependentes da produção de petróleo”.

Países produtores de petróleo argumentam contra restrições obrigatórias na produção de polímeros e insistem em medidas voluntárias.

Questões de financiamento também são fontes de conflito, com países em desenvolvimento reivindicando apoio financeiro justo.

A indústria petroquímica utiliza “estratégias de manipulação da opinião pública”, como a contratação de influenciadores digitais para promover mensagens favoráveis ao plástico, omitindo informações sobre as baixas taxas de reciclagem.

Ações que “expõem uma questão ética e política fundamental, evidenciando como interesses econômicos específicos podem dificultar a implementação de políticas ambientais globais”.

O caso dos Estados Unidos sob a administração Trump ilustra como políticas ambientais podem retroceder rapidamente, com a revogação de restrições e incentivo ao uso de produtos altamente poluentes, “ignorando evidências científicas e preocupações globais”.

Alternativas Sustentáveis e Políticas Públicas Necessárias:

A transição gradual do plástico para materiais mais sustentáveis, como vidro e papel, pode “evitar a geração de milhões de toneladas de resíduos e diminuir substancialmente as emissões de carbono”.

Essa mudança pode impulsionar a bioeconomia e a economia circular.

O Projeto de Lei 2524/2022 no Brasil propõe a reformulação dos padrões de produção e consumo de plástico, incluindo a “eliminação progressiva de itens plásticos descartáveis”.

Políticas públicas sólidas, incentivos econômicos para inovação tecnológica e o “envolvimento ativo da sociedade civil, por meio da educação ambiental e campanhas de conscientização”, são fundamentais.

O “engajamento comunitário é fundamental para uma real transformação sustentável”.

Mensagem Central:

O artigo conclui que é “imperativo rejeitar a falsa narrativa sustentada pelos interesses econômicos da indústria petroquímica” e enfrentar a “catástrofe ambiental e social representada pela poluição plástica” com urgência e vigor. A “resistência de países dependentes dos combustíveis fósseis às regulamentações internacionais expõe claramente o conflito entre lucro e preservação ambiental”. Para evitar o agravamento da crise, são essenciais acordos internacionais juridicamente vinculantes que obriguem os produtores a assumir responsabilidade, investimentos na economia circular, substituição do plástico por alternativas sustentáveis e educação ambiental massiva.

Citações Relevantes:

“Num planeta que afunda lentamente em seus próprios resíduos, o plástico se tornou o símbolo mais perverso da era do descartável.”

“Por trás do brilho da conveniência, escondem-se os lobbies dos combustíveis fósseis, que seguem ditando os rumos da produção global.”

“A sustentabilidade do planeta é moeda de troca, sacrificada sem hesitação em nome de lucros que se acumulam — e permanecem, como o plástico, por tempo indefinido.”

“Atualmente, cerca de 460 milhões de toneladas de plástico são produzidas anualmente, e projeções alarmantes da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicam que esse volume poderá triplicar até 2060 caso não sejam implementadas políticas globais rigorosas.”

“Um estudo de 2024 revelou que menos de 60 multinacionais são responsáveis por mais da metade da poluição plástica global…”

“Embora algumas empresas tenham adotado medidas voluntárias para reduzir sua pegada ambiental, a produção global de plástico dobrou desde 2000, enquanto a taxa de reciclagem permanece em apenas 9%.”

“A indústria petrolífera, diante da redução da demanda por combustíveis fósseis, passou a direcionar seus investimentos à produção de plásticos, garantindo lucros significativos e sustentando sua relevância econômica global.”

“As dificuldades na criação de um Tratado Global sobre Poluição Plástica revelam não apenas a resistência dos países produtores de petróleo, mas também o papel de grandes corporações.”

“Cerca de 20 milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos todos os anos, afetando profundamente a biodiversidade marinha.”

“Um estudo recente revelou que a ingestão de plásticos está causando danos cerebrais em filhotes de cagarra-negra (Puffinus griséus), semelhantes às doenças de Alzheimer e Parkinson em humanos.”

“Micro e nanoplásticos… tornaram-se uma ameaça onipresente, infiltrando-se em alimentos, água potável, ar e até mesmo no corpo humano.”

“Estudos recentes revelam a presença dessas partículas em órgãos como cérebro, fígado e pulmões, indicando uma ameaça potencialmente grave à saúde humana…”

“A poluição por microplásticos também ameaça a segurança alimentar global ao reduzir a fotossíntese de plantas terrestres em cerca de 12% e algas marinhas em 7%.”

“Um litro de água pode conter, em média, 240.000 fragmentos de plástico detectáveis, sendo 90% deles nanoplásticos.”

“Apenas cerca de 9% do plástico produzido no mundo é efetivamente reciclado. Países como o Brasil possuem índices ainda mais baixos, reciclando pouco mais de 1%.”

“Iniciativas corporativas destinadas a resolver o problema da reciclagem têm demonstrado ser mais marketing do que soluções efetivas… caracterizando um evidente caso de “greenwashing”.”

“As negociações para um tratado global juridicamente vinculante têm enfrentado forte resistência da indústria petroquímica e de países dependentes da produção de petróleo.”

“A indústria petroquímica tem desempenhado papel decisivo ao bloquear avanços regulatórios e promover estratégias de manipulação da opinião pública.”

“É essencial olhar criticamente para essas iniciativas corporativas, já que muitas vezes elas representam uma estratégia para melhorar a imagem pública sem mudar substancialmente práticas produtivas nocivas.”

“A transição gradual do plástico para materiais mais sustentáveis, como vidro e papel, poderia evitar a geração de milhões de toneladas de resíduos e diminuir substancialmente as emissões de carbono.”

“Diante da catástrofe ambiental e social representada pela poluição plástica, é imperativo rejeitar a falsa narrativa sustentada pelos interesses econômicos da indústria petroquímica…”

“…é fundamental a implementação imediata de acordos internacionais juridicamente vinculantes, capazes de obrigar os produtores a assumir plena responsabilidade sobre o ciclo de vida dos plásticos.”

Esta síntese fornece uma visão abrangente dos principais argumentos e evidências apresentados no artigo de Reinaldo Dias sobre a persistente tragédia do plástico, destacando a complexa interação entre a produção em massa, os interesses econômicos e os impactos ambientais e de saúde.

Leia mais

  • Reciclagem global de plástico não passa de 9,5%
  • Coca-Cola vai produzir mais de 600 mil toneladas de lixo plástico até 2030, ameaçando oceanos
  • Microplásticos estão amplamente presentes nos frutos do mar consumidos por pessoas, sugere estudo
  • Brasil hesita enquanto países pressionam por soluções ambiciosas contra poluição plástica. Artigo de Rafael Eudes
  • Brasil contorna lobby e passa a defender banimento global de plásticos
  • Para especialista em saúde pública da Boston College, um tratado sobre plásticos é uma questão de moralidade. Entrevista com Philip Landrigan
  • Petroleiras são responsabilizadas por crise do lixo plástico
  • Coca-Cola adia metas de reciclagem e redução de plásticos de uso único
  • Um ano para esquecer: países não chegam a acordo sobre tratado contra poluição por plásticos

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