Igreja Católica alemã fortalece direitos de empregados LGBT

Mais Lidos

  • Inteligência Artificial como infraestrutura financeira. Entrevista com Edemilson Paraná

    LER MAIS
  • Ver, julgar, agir. Artigo de Flavio Lazzarin

    LER MAIS
  • Potências e limites das manifestações. Artigo de Raúl Zibechi

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

24 Novembro 2022

Associação das Dioceses decide que orientação sexual não deve ser critério para contratação ou demissão de funcionários. Até então, manter união civil com pessoa do mesmo sexo podia justificar dispensa.

A reportagem é publicada por Deutsche Welle (DW), 23-11-2022.

A Igreja Católica na Alemanha irá reformar seu regulamento sobre contratação e gestão de pessoal e fortalecer os direitos de empregados LGBT.

A assembleia geral da Associação das Dioceses na Alemanha (VDD) decidiu que qualquer pessoa, independentemente de sua orientação sexual, modo de vida, sexo, deficiências físicas, idade e origem, pode ser funcionária da Igreja.

Até agora, um funcionário da Igreja Católica alemã que estivesse em uma união civil com pessoa do mesmo sexo ou se casasse uma segunda vez após um divórcio podia estar sujeito à demissão. A partir do novo entendimento, a vida privada dos empregados não deve ser motivo para dispensas.

A única condição para ser um funcionário da Igreja é ter uma atitude positiva e identidade com os seus objetivos e valores. Envolver-se em atividades anticlericais segue sendo um critério para demissão.

A alteração das regras trabalhistas da Igreja vinha sendo discutida há meses e foi anunciada pela Conferência Episcopal Alemã (DBK), em Bonn. A mudança consiste em uma recomendação às dioceses, que precisam implementá-la localmente, e afeta cerca de 800 mil empregados da Igreja Católica e da organização Caritas.

Em janeiro, empregados LGBT da Igreja Católica na Alemanha organizaram um protesto contra a discriminação no regulamento trabalhista e entregaram um manifesto com mais de 117 mil assinaturas à Conferência Episcopal Alemã.

Segundo a nova normativa, a filiação à Igreja Católica será um critério para contratação somente se necessária para a respectiva posição, como nas atividades pastorais e de catequese ou de representação institucional da Igreja.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Igreja Católica alemã fortalece direitos de empregados LGBT - Instituto Humanitas Unisinos - IHU