Itália. Hospitais sem médicos: o governador da Calábria contrata 500 especialistas cubanos

Foto: 1662222 | Pixabay

Mais Lidos

  • O Apocalipse não é o fim do mundo, mas a salvação do cristão. Artigo de Enzo Bianchi

    LER MAIS
  • Primeira encíclica do Papa Leão XIV reforça o conceito de dignidade ontológica absoluta, denuncia a não neutralidade tecnológica e concentração privada do poder digital e chega a um público que os documentos jurídicos não alcançam, diz advogado e pesquisador da área do Direito

    Magnifica Humanitas: “Uma leitura que nenhum documento governamental teria facilidade de fazer com franqueza”. Entrevista especial com Marcelo Chiavassa

    LER MAIS
  • Veja o que pode mudar após Câmara aprovar fim da escala 6x1

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

18 Agosto 2022

 

O acordo assinado por Roberto Occhiuto. O primeiro contingente chegará em setembro.

 

A reportagem é publicada por Repubblica, 17-08-2022. A tradução é de Luisa Rabolini.

 

É Sos médicos na biqueira da bota. E assim a Calábria chama, Cuba responde. Da ilha caribenha, que já havia enviado cerca de cinquenta profissionais durante as primeiras fases complicadas do Covid, chegarão quase 500 médicos para ajudar a carente assistência sanitária da Calábria.

 

Na Embaixada da República Cubana na Itália, o Presidente da Região Roberto Occhiuto assinou um acordo de cooperação com a Comercializadora de Servicios Medicos Cubanos (CSMC), a sociedade de médicos cubanos, para a prestação de serviços médicos e de saúde no território regional.

 

 

"Graças a este acordo na Calábria - explica o governador - poderemos utilizar temporariamente, até que todos os concursos sejam concluídos com sucesso, agentes de saúde de Cuba. O governo caribenho pode colocar à nossa disposição 497 médicos com diferentes especializações".

 

Os primeiros médicos que chegarão em setembro, dando início à fase experimental dessa colaboração, serão aqueles que conhecem e falam italiano. "Os outros - explica Occhiuto - antes de começar o serviço, farão cursos intensivos para aprender rápido e bem a nossa língua. Os médicos cubanos - acrescenta - serão sempre apoiados pelos nossos profissionais de saúde".

 

A negociação que levou ao acordo data de meses atrás e a partir da cidadela regional decidiu-se mantê-la "confidencial" também porque "outras instituições públicas e privadas - nas palavras de Occhiuto - estavam explorando com insistência o mesmo caminho". “O resultado alcançado – conclui o Presidente da Região – retribui-nos o trabalho realizado e permite-nos enfrentar com maior serenidade os próximos passos para restabelecer e melhorar a nossa assistência sanitária regional”.

 

Leia mais