Investidores internacionais católicos são ignorados por governo Bolsonaro e marcam reunião com oposição

Foto: Jeso Carneiro/Flickr

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • O que pensam os especialistas sobre o acordo Irã-EUA?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

26 Agosto 2021

 

Instituições têm manifestado interesse em aplicar sob condição da implementação de medidas de preservação ambiental.

A informação é do Painel, Folha de S. Paulo, 26-08-2021. Depois de procurarem o governo federal e terem sido ignoradas, instituições católicas estrangeiras se reunirão com o líder da minoria na Câmara, Marcelo Freixo (PSB-RJ), nesta quarta-feira (25). Elas têm manifestado interesse em aplicar dinheiro no Brasil sob a condição da implementação de medidas de preservação ambiental.

O encontro com deputados foi mediado pelo Comitê de Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

As instituições fazem parte de um grupo de 100 organizações católicas de 18 países lideradas por German Catholic Church Bank, Bank Für Kirche and Caritas (BKC), Comitê Especial de Ecologia Integral e Mineração da CNBB e Movimento Global Católicos pelo Clima.

O grupo quer que o governo se comprometa com a implementação de uma legislação objetiva de proteção ambiental, com a elaboração de um plano concreto para combater o desmatamento, com ampliação dos investimentos no Ibama e ICMBio, com a proteção dos direitos humanos dos indígenas, entre outros.

A integra da nota pode ser lida aqui.

 

Leia mais