Pela primeira vez a Igreja Anglicana ordena mais mulheres que homens

Foto: Pexels

Mais Lidos

  • A verdadeira vítima do racismo é quem se dedica a destruir o outro. Entrevista com Alain Kaly

    LER MAIS
  • ‘Nossa vida não é mercadoria’: maior feira de economia solidária da América Latina abre 32ª edição

    LER MAIS
  • Biopolítica eclesiástica de Flávio Bolsonaro e sua santificação política. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

25 Junho 2020

Segundo estatísticas publicadas pelo Ministério da Igreja da Inglaterra neste mês, em 2019 foram ordenadas mais mulheres que homens, pela primeira vez desde 1994, quando se aprovou o sacerdócio feminino na Igreja Anglicana.

A reportagem é de Lucía López Alonso, publicada por Religión Digital, 24-06-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

51% das ordenações sacerdotais foram de mulheres, assim os anglicanos mostram uma nítida tendência a possuir um clero cada vez mais igualitário, posto que as pessoas que se encontram atualmente em formação para o sacerdócio, são 54% mulheres.

Na publicação – como informou o site katholisch.de – aprecia-se que a proporção de mulheres que subiram a posições de responsabilidade eclesial também tenha aumentado, embora entre bispos admitam que ainda se encontram em inferioridade em relação aos homens.

Libby Lane, bispa (pioneira) de Derby desde 2015, declarou que a presença das mulheres no clero “é, graças a Deus, visível de longe”. Porém, insistiu em fazer ainda mais inclusiva a Igreja, ordenando pastores que representem a diversidade racial do povo.

Uma imagem da Igreja Anglicana radicalmente diferente do catolicismo na Europa, limitado por um clero envelhecido e unicamente masculino, onde inclusive como leigas as mulheres consideram-se sub representadas nos espaços de tomada de decisões.

Leia mais