ONU avalia que furacão Irma quebrou ‘uma série de recordes’

Criança observa devastação do furacão Irma na República Dominicana. | Foto: Unicef

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Setembro 2017

Ventos iniciados na quinta-feira ultrapassaram os 297 km/h por 37 horas consecutivas; especialistas preveem aumento da frequência de furacões de categorias 4 ou 5 durante o século 21.

A reportagem é publicada por ONU News Nova Iorque e reproduzida por Agência Brasil, 12-09-2017.

O furacão Irma “quebrou uma série de recordes” e já é considerado o mais forte do Atlântico fora do Caribe e Golfo do México, segundo a ONU. O furacão teve ventos que ultrapassaram os 297 quilômetros por hora durante 37 horas. Com isso, o Irma torna-se o furacão de maior intensidade até agora. A informação é da ONU News.

Para chegar às conclusões, a Organização Mundial de Meteorologia (OMM), em Genebra, usou dados obtidos por especialistas em tempestades tropicais da Universidade do Estado de Colorado. De acordo com a informação, o Irma também gerou a maior energia ciclônica acumulada do que as oito primeiras tempestades combinadas desta temporada de furacões do Atlântico, desde o Arlene até o furacão Harvey.

Falando a jornalistas, porta-vozes de agências da ONU afirmaram que as reservas alimentares de contingência enviadas para o Haiti são suficientes para atender mais de 150 mil pessoas em um mês e que os caminhões conseguiram chegar ao norte do país.

De acordo com especialistas, simulações recentes revelaram que há uma possibilidade de aumento da frequência de furacões de categorias 4 ou 5 e de registos de clima mais quente durante o século 21. O Irma foi um dos três furacões ativos semana passada na região da bacia atlântica, juntamente com o José e o Cátia, numa “situação rara mas não sem precedentes”. O mesmo ocorreu em em 1967, 1980, 1995, 1998 e 2010.

As ilhas baixas do Caribe que incluem São Martinho, St. Maarten e Barbuda, bastante atingidas, declararam estados de emergência nas áreas afetadas.

Leia mais