Eletrobras deve priorizar conclusão de obras de geração e transmissão de energia

Mais Lidos

  • “Precisamos mudar a lente das instituições e olhar para essas ocorrências com a gravidade de fato que elas têm”, alerta a pesquisadora

    Lei Maria da Penha. 20 anos depois. Entrevista especial com Juliana Brandão

    LER MAIS
  • A Igreja deve usar os algoritmos sem se deixar algoritmizar. Entrevista com Arnaldo Rodrigues

    LER MAIS
  • “O ataque contra pessoas trans aponta para um projeto potencialmente genocida”. Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

23 Fevereiro 2015

A prioridade da Eletrobras neste ano deve ser a conclusão de obras de geração e transmissão de energia. O presidente da empresa, José da Costa Carvalho Neto, e o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, discutiram hoje (19) ajustes no plano de negócios da Eletrobras.

A nota é de Sabrina Craide, publicada pela Agência Brasil – EBC, 20-02-2015.

“O ministro pediu uma prioridade grande para colocarmos as obras em dia, sempre com a preocupação de ter um sistema cada vez mais robusto”, disse Carvalho Neto, após ser recebido por Braga. Entre as obras prioritárias para conclusão estão as hidrelétricas Jirau, Santo Antônio, Belo Monte e Teles Pires, e a Usina Nuclear Angra 3, além das linhas de transmissão que levarão a energia de Belo Monte ao restante do país.

O orçamento da Eletrobras previsto para investimentos este ano é R$ 14 bilhões. Em duas semanas, os detalhes sobre os próximos investimentos da empresa devem ser debatidos em uma nova reunião com o ministro.

De acordo com o presidente da Eletrobras, Eduardo Braga diz que é preciso encontrar soluções operativas para obras que estão em atraso. “O objetivo é colocar mais energia e cumprir a nossa busca permanente de recuperar os atrasos nas linhas estratégicas”, disse o ministro.