Esticadores de Horizontes: Por uma política mais acolhedora (IHU/Adital)

Foto: Marcelo Barbalho

Mais Lidos

  • Uma (nova) história do deus - Flávio, cristofascista ‘escolhido’ e totalmente crente. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS
  • Interesses particulares descolados de apreciação profunda e respeitosa transformaram a cidade em um canteiro de obras que muitas vezes desconsideram o impacto ambiental e social, priorizando apenas o luxo e o lucro. História da cidade está se perdendo

    “Torres e sua natureza estão sendo assaltadas, negligenciadas e transmutadas”. Entrevista especial com Lara Lutzenberger

    LER MAIS
  • A Palantir não vende mais apenas ‘software’: vende uma teoria tecnofascista de governança global

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Setembro 2016

Gestores públicos e especialistas ouvidos pela reportagem dos 'Esticadores de Horizontes' coincidem em afirmar que as juventudes de hoje estão fazendo uso de álcool e outros entorpecentes cada vez mais cedo. Sabe-se que a política de combate às drogas vem fracassando, abrindo-se um verdadeiro dilema: de um lado, a defesa do tratamento e acolhimento dos usuários e dependentes químicos, e de outro a repressão e criminalização. É possível afirmar que a condição de vulnerabilidade social e violência pode sim favorecer a entrada no vício e também no tráfico. Mas de que forma atuar com mais eficiência para tratar e prevenir o consumo de drogas lícitas e ilícitas?

Texto: Benedito Teixeira

Fotos: Marcelo Barbalho

Vídeo: 202B

Veja as matérias:

Mais acolhimento, menos repressão

As drogas e a desconstrução dos preconceitos