[Esticadores de Horizontes] Justiça Restaurativa evita judicialização das juventudes (IHU/Adital)

Mais Lidos

  • De Rerum Novarum a Leão XIV: não era o vapor, mas a ética; não são os dados, mas a dignidade. O que vale não é mensurável. Artigo de Paolo Benanti

    LER MAIS
  • Juventude e novas direitas, para além dos estereótipos e dos extremos. Entrevista com Beatriz Besen

    LER MAIS
  • Soberania em risco: EUA podem classificar PCC e CV como terroristas; especialistas temem intervenção

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

02 Mai 2016

O projeto de reportagem da Adital, 'Esticadores de Horizontes', traz nesta sexta-feira, 29 de abril, a repercussão junto ao poder público e à especialista sobre o tema da Justiça Juvenil Restaurativa, com foco na mediação de conflitos nas escolas. Tendo como base experiências concretas em Fortaleza, como a TDH apresentada na semana passada, a reportagem procede agora as escutas com o objetivo de saber como as políticas que envolvem a justiça restaurativa vêm sendo geridas e como podem impactar na redução da exclusão social e da violência que envolvem os jovens.

Veja as reportagens:

Mediação: Quando a conversa substitui o castigo
Somos todos responsáveis
Para além dos muros da escola
Justiça Juvenil Restaurativa: um convite a (re)conhecer o outro