O futuro do potencial de Tupi. Um desafio.

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14 Novembro 2007

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse ontem, na Associação Comercial do Rio, que o País deve pensar numa nova maneira de explorar a riqueza das reservas de petróleo após a descoberta do supercampo de Tupi. Também disse que, como grande financiador da Petrobrás, o BNDES tem um “desafio” pela frente. “Agora, teremos o desafio que é examinar quais os requisitos adicionais necessários à exploração possível, no futuro, desse novo potencial”, disse, lembrando que já tem reunião agendada com a Petrobrás para tratar do assunto.
Coutinho defendeu a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de retirar 41 blocos da 9.ª rodada de licitações da Agência Nacional de Petróleo (ANP). “Porque essa província de petróleo pode ter potencial de quadruplicar o tamanho da reserva brasileira.”
Para o economista, a área de Tupi é “apenas uma fração” da nova província petrolífera descoberta na camada pré-sal. “As reservas brasileiras têm 14 bilhões de barris e o campo de Tupi tem de 6 bilhões a 8 bilhões. O potencial da província pode chegar a 70 bilhões de barris.”
Ele comentou que uma província “tão grande - um patrimônio da sociedade e da nação - precisa ser pensada, como os países petroleiros fazem, como uma riqueza que tem uma expressão intertemporal, intergerações”.

(cfr.notícia do dia 14-11-07, desta página).