Francisco dribla o protocolo para assinar o gesso de uma criança

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • Conscientização individual dos efeitos das mudanças climáticas aumenta, mas enfrentamento dos eventos extremos depende de ação coletiva, diz pesquisador da Universidade de Santa Cruz (Unisc)

    Dois anos após as enchentes: planos de governo das prefeituras gaúchas não enfrentam as questões climáticas. Entrevista especial com João Pedro Schmidt

    LER MAIS
  • Como Belo Monte mudou para sempre o Xingu

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 04 Abril 2013

Ocorreu nesta quarta-feira, ao término da audiência do Pontífice, quando o carro do Papa se dirigia ao braço do Carlos Magno, onde normalmente se postam as pessoas doentes ou com necessidades especiais.

A reportagem é de Jesús Bastante e publicada no sítio Religión Digital, 04-04-2013. A tradução é do Cepat.

É um Papa de gestos. Simples e contundentes. Significativos. Surpreendentes, para dizer o mínimo. O último – até agora – aconteceu na quarta-feira quando Francisco, uma vez mais, driblou o protocolo e os esquemas de segurança e desceu do carro para assinar o gesso de uma criança (foto) com a perna esquerda fraturada.

Ocorreu ao término da audiência pública do Pontífice, quando o carro do Papa se dirigia ao braço do Carlos Magno, onde normalmente se postam as pessoas doentes ou com necessidades especiais. Nesse momento, Francisco viu uma criança na cadeira de rodas, com o gesso que cobria toda a sua perna esquerda, da virilha ao tornozelo. O Papa fez um gesto ao seu motorista, que já devia intuir que o passeio não iria acabar tão cedo, e desceu do carro para assinar o gesso da menina.

Não sabemos se o Papa se “limitou” a deixar sua assinatura junto à dos amigos da criança (o gesso estava repleto de votos de pronta recuperação, flores e desenhos), ou escreveu algo mais. O que parece certo é que a menina guardará como ouro o gesso, a primeira mostra pública da “encíclica” que o Bispo de Roma parece querer escrever.