A Grande Guerra vista pelas aquarelas de um jesuíta

Mais Lidos

  • Aumento dos diagnósticos psiquiátricos na infância, sustentado por fragilidades epistemológicas e pela lógica da detecção precoce, contribui para a medicalização da vida e a redefinição de experiências comuns como patologias

    A infância como problema. Patologização e psiquiatrização de crianças e adolescentes. Entrevista especial com Sandra Caponi

    LER MAIS
  • A visita de Rubio ao Papa foi marcada por sorrisos e desentendimentos: confrontos sobre Cuba e Irã

    LER MAIS
  • Leão XIV: o primeiro ano de um papa centrista. Artigo de Ignacio Peyró

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

05 Agosto 2014

Nesta segunda-feira, 4 de agosto, a Europa faz uma pausa para celebrar o centenário da eclosão da Grande Guerra.

Algumas de suas cenas são retratadas nas pinturas abaixo. Elas são o trabalho do Pe. Leslie Walker, um padre jesuíta que serviu como capelão militar e que, por causa de sua habilidade artística, foi convidado a esboçar o fronte de batalha.

Uma série de suas pinturas desse período ainda são de posse dos jesuítas ingleses.

Algumas parecem leves e alegres, enquanto outras retratam os horrores da guerra.

Nascido em uma família de pais não conformistas em 1877, o Pe. Leslie foi recebido na Igreja e tornou-se jesuíta em 1899.

Depois da guerra, ele foi para Campion Hall e morreu em 1958. O jornal The Times lembrou-se dele como uma pessoa com "a autoridade de um vulcão genial (...) e um gênio anárquico".

Fonte das imagens: Jesuit.org.uk e TheTablet.co.uk