Bergoglio convoca uma conferência internacional contra o tráfico de pessoas

Mais Lidos

  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS
  • Operação Epstein: a guerra de Trump contra o Irã marca o fim do MAGA

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Jonas | 07 Abril 2014

Francisco avança contra os flagelos mais sensíveis e agora convocou, no Vaticano, para os dias 9 e 10 de abril, uma conferência internacional para lutar contra o tráfico de seres humanos. A mesma acontecerá com responsáveis das forças da ordem de uns 20 países, para se examinar os avanços na luta contra o tráfico de pessoas.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 04-04-2014. A tradução é do Cepat.

Segundo os números da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o tráfico ilegal de seres humanos gera uma receita de 32 bilhões de dólares por ano e atinge uma média de 2,4 milhões de pessoas.

A conferência, organizada pelos bispos britânicos, ocorrerá na Academia Pontifícia para as Ciências, dentro do Vaticano.

O Papa, filho de imigrantes italianos, é muito sensível ao tema e em várias ocasiões condenou essa forma de “escravidão moderna”, que atinge tanto regiões pobres e subdesenvolvidas como países ricos.

Junto com os dirigentes da Interpol e da Europol participarão importantes personalidades da Igreja católica provenientes dos países mais atingidos pelo fenômeno, como o cardeal africano John Onaiyekan, assim como vítimas do tráfico de seres humanos.

Em um relatório recente da ONU sobre o tráfico de seres humanos, a organização reconheceu que o fenômeno se agravou, a partir do ano 2000, em razão dos efeitos da globalização.