Em memória de Eberhard Jüngel

Foto: Reprodução | Twitter

Mais Lidos

  • Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a República

    LER MAIS
  • Pesquisadora reconstrói a genealogia do ecofascismo e analisa as apropriações autoritárias do pensamento ambiental, desde o evolucionismo do século XIX e o imaginário “ecológico” nazista até suas mutações contemporâneas. Ela examina novas formas de “nacionalismo verde” e explica como a crise climática é instrumentalizada pela extrema-direita para legitimar exclusões, fronteiras e soluções antidemocráticas

    Ecofascistas: genealogias e ideias da extrema-direita "verde". Entrevista com Francesca Santolini

    LER MAIS
  • A guerra dos EUA e Israel com o Irã: informação, análise e guerra assimétrica. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

04 Outubro 2021

 

Morreu aos 86 anos de idade Eberhard Jüngel, uma das maiores figuras da teologia evangélica não só alemã, mas também europeia e global. Seu livro “Deus, mistério do mundo” rapidamente se tornou um clássico da literatura teológica.

A reportagem é de Settimana News, 30-09-2021. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Culto, amante da beleza, pungente, ele foi um teólogo clássico até ao fim, mas capaz de diálogo e crítica com as reivindicações da modernidade (e muito distante das reivindicações – vaporosas, dizia ele – da razão pós-moderna).

Tübingen foi a sua casa acadêmica e pessoal, onde dirigiu por 18 anos o Evangelisches Stift – um colégio da Igreja Evangélica de Baden-Württemberg para estudantes de teologia em vista ao ministério de pastores ou ao ensino de religião nas escolas.

Ele foi um forte crítico da Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, assinada pela Federação Luterana Mundial e pelo Pontifício Conselho para o Diálogo Ecumênico.

“Deus é um mistério público”, afirmava ele e achava feliz a intuição do cardeal Martini segundo a qual a dimensão pública própria da Igreja é a da celebração litúrgica. Recordamo-lo com afeto e simpatia, e teremos a oportunidade de aprofundar ainda mais a sua figura e o legado que deixa à inteligência da fé cristã.