2,7 bilhões de pessoas sofrem com escassez de água

Mais Lidos

  • Dinheiro, fé e antifeminismo: como a direita disputa o voto das mulheres cristãs em 2026. Entrevista com Tabata Tesser

    LER MAIS
  • Nossa Senhora Aparecida: patrimônio cultural do povo brasileiro. Artigo de Célio Turino

    LER MAIS
  • Sociólogos analisam como a imagem de Deus é explorada nas campanhas políticas e mobiliza eleitorado de direita no país

    Deus, urnas e extrema-direita: a religião como instrumento político na disputa eleitoral. Entrevista especial com Christina Vital da Cunha e Ricardo Mariano

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

02 Março 2012

Pelo menos 2,7 bilhões de pessoas, em 201 bacias hidrográficas, sofrem com escassez de água pelo menos um mês por ano, segundo um estudo publicado na revista científica PLoS One. Os autores, ligados à Universidade Twente e à Water Footprint Network, na Holanda, e às organizações WWF e The Nature Conservancy (TNC), analisaram o fluxo mensal de água em 405 bacias hidrográficas do mundo entre 1996 e 2005.

A informação é publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 02-03-2012.

Os dados mostram que, em muitos casos, a captação de água para uso na agricultura, na indústria e nas cidades supera a capacidade natural de reposição dessas bacias. Resultado: rios secos, pessoas sem água, animais mortos e espécies ameaçadas.

"Água doce é um recurso raro; sua disponibilidade é limitada e a demanda está aumentando", afirma Arjen Hoekstra, professor da Universidade Twente e autor principal do estudo.

O setor com a maior "pegada hidrológica" mundial é a agricultura irrigada. "Cidades usam mais água que lavouras, proporcionalmente à sua área, mas é importante lembrar que a agricultura irrigada ocupa quatro vezes mais terra que as áreas urbanas", explica Brian Richter, autor ligado à TNC.