"Obrigado pela Laudato si’": Greenpeace acolhe o Papa Francisco na JMJ

Mais Lidos

  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X e o tradicionalismo católico de 1988 até hoje. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

26 Julho 2016

Ativistas do Greenpeace da Polônia, Alemanha, França e Croácia acolheram o Papa Francisco em Cracóvia, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, com mensagens de agradecimento pela recente encíclica Laudato si'.

A reportagem é do sítio Adnkronos, 25-07-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Os ativistas, em caiaques, no rio Vístula, também abriram uma enorme faixa com o retrato do papa e as seguintes palavras: "As mudanças climáticas são um problema que não pode ser deixado para as futuras gerações".

Reduzir as emissões de gases de efeito estufa não é apenas importante, mas também é urgente e não pode ser feito sem uma mudança decidida em direção às energias renováveis, especialmente na Polônia, onde a maior parte da energia é produzida a partir de fontes fósseis.

A Itália, ao contrário, ressalta o Greenpeace, é um dos poucos países do mundo nos quais a porcentagem de energia produzida a partir de fontes renováveis diminuiu em comparação com as fósseis nos primeiros meses de 2016.