Evo Morales pede aos “bispos indisciplinados” que escutem mais ao Papa

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Jonas | 28 Junho 2016

O presidente Evo Morales (foto) expressou, ontem, que os ‘bispos indisciplinados’ devem escutar as palavras do Papa Francisco sobre o amor ao próximo, a todos por igual, em referência à Lei de Identidade de Gênero, que é questionada no país por setores da Igreja.

 
Fonte: http://goo.gl/rYOJXi  

A reportagem é publicada por Religión Digital, 25-06-2016. A tradução é do Cepat.

“O Papa Francisco disse que Deus quer a todos os seus filhos, sejam como for, e por ser filho de Deus te quer como você é. Alguns bispos que não aceitam isso são indisciplinados frente ao Papa Francisco”, expressou Morales, em coletiva de imprensa.

O chefe de Estado afirmou que a posição da Igreja sobre a Lei de Identidade de Gênero é conservadora, mas que não se pode excluir os seres humanos. “Dizer para alguns hierarcas da Igreja: ‘sejamos responsáveis com todas as vidas, sejamos seres humanos, somos filhos de Deus”, destacou o mandatário.

A Igreja Católica, através de dom Jesús Juárez, advertiu uma “animadversão” e “ressentimento” de parte do Governo para com essa instituição religiosa, depois que o vice-presidente Álvaro García Linera pediu às vítimas de violação, por parte de “algum funcionário da Igreja”, que denuncie o seu caso.

Essa medida teria sido adotada “porque (a Igreja católica) é uma das poucas instituições que proclamam os princípios fundamentais da democracia e que não se dobra?”, questionou Juárez, ao rejeitar as afirmações que, na sua avaliação, são ‘temerárias, insultos e injúrias’.