Crise da água faz indústrias cogitarem férias coletivas

Mais Lidos

  • As responsabilidades das Forças Armadas no golpe. Artigo de Jean Marc von der Weid

    LER MAIS
  • “Gostaria de mais casos de anulação de casamento. Ajuda a curar o sofrimento da separação”, afirma cardeal Zuppi

    LER MAIS
  • Terra Yanomami tem 363 mortes registradas no 1º ano do governo Lula

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 23 Janeiro 2015

Fiesp diz que escassez tem impacto direto no custo da produção e cita setores como químico, alimentício e metalúrgico como os mais preocupantes. "As fábricas podem parar", afirma diretor.

A reportagem é do portal Terra, 23-01-2015.

Indústrias paulistas cogitam dar férias coletivas aos funcionários, a partir de março, por causa da falta de água. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a mais grave crise hídrica do País deve forçar as empresas a aplicarem rodízios de abastecimento, com a proximidade do fim do período de chuvas.

"Isso sempre surge como sugestão nas reuniões com as diretorias regionais: quem puder fazer férias coletivas no momento mais crítico, é bom que faça", disse à DW Brasil o diretor do departamento de meio ambiente da Fiesp, Nelson Pereira dos Reis. "Nos dias em que não houver água, a empresa pode dar folga aos funcionários ou planejar as férias. Vai depender de cada uma."

Nesta quinta-feira (22/01), a Agência Nacional das Águas (ANA) determinou que as indústrias da região de Campinas, no interior de São Paulo, reduzam em 30% a captação direta de água dos rios sempre que o Sistema Cantareira, uma das principais fontes de abastecimento do Estado de São Paulo, atingir 5% do volume.

Com a 11ª queda consecutiva, o reservatório, que já está no segundo nível do volume morto, opera com 5,4% da capacidade, para abastecer mais de 6 milhões de pessoas na Grande São Paulo.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Crise da água faz indústrias cogitarem férias coletivas - Instituto Humanitas Unisinos - IHU