“Francisco é o Papa da globalização”, afirma Umberto Eco

Mais Lidos

  • Escravidão moderna, trabalhadores desprotegidos e precarização universalizada. Entrevista com Reginaldo Ghiraldelli

    LER MAIS
  • Médico defende cuidados paliativos no fim da vida e amenização total da dor em pacientes terminais. “O alívio deve ser na dor total: física, espiritual e emocional”, diz

    Cuidados paliativos: 86% das pessoas que precisam de auxílio no fim da vida são abandonadas. Entrevista especial com Angelo Atalla

    LER MAIS
  • O triunfo do infame. Artigo de Jorge Zepeda Patterson

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 30 Setembro 2013

O autor de O Nome da Rosa acredita que os pequenos gestos do novo Papa podem significar muito, como o fato de que tenha dito “buonasera”.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 29-09-2013. A tradução é de André Langer.

O semiólogo e escritor italiano Umberto Eco definiu Francisco como “o Papa da globalização” e assegurou que ainda é cedo para saber se representa uma revolução. “Estou convencido de que o Papa Francisco está representando um fato absolutamente novo na história da Igreja e, talvez, na história do mundo”, disse Eco ao jornal argentino La Nación.

“Quando alguns, ingenuamente, me perguntam se ele representa uma revolução, eu respondo que as revoluções são avaliadas apenas 100 anos depois”, assinala. Como semiólogo, Eco assegurou que Francisco comunica-se “melhor que Ratzinger” e considera que “é um homem moderno, é o papa da internet”.

O autor de O Nome da Rosa acredita que os pequenos gestos do novo Papa podem significar muito, como o fato de que tenha dito “buonasera”, o que considerou “a ruptura de uma liturgia centenária”.