Foto do dia

Mais Lidos

  • “A colonialidade é um resquício estrutural do sistema colonial que permanece no tecido social, conceitual e psíquico de todos nós”. Entrevista com Viviane Bagiotto Botton

    LER MAIS
  • Entre o sacramento e o espetáculo: transformações sociais, mercado matrimonial e desafios pastorais da celebração católica do Matrimônio no Brasil pós-pandemia. Artigo de Nilson Marostica

    LER MAIS
  • A ONU alerta que a temperatura do planeta em breve ultrapassará o limite de segurança de 1,5 grau Celsius: "É inevitável"

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

25 Setembro 2013

Um grupo de cristãos paquistaneses participam do funeral de uma avó com seus dois netos, mortos no duplo atentado suicida que atingiu a Igreja de Todos os Santos em Peshawar, no Paquistão norte-ocidental, no domingo, dia 22 de setembro. Vigílias de oração nas igrejas, protestos pelas estradas, fechamento de escolas e casas de comércio em sinal de luto nas maiores cidades paquistanesas como Islamabad, Lahore, Karachi e Peshawar. Assim os cristãos paquistaneses expressaram sua dor e seu choque depois da explosão de duas bombas na igreja anglicana de Todos os Santos, com um balanço de 82 mortos, entre os quais 34 mulheres e 7 crianças, e 145 feridos. Cortejos públicos de fieis pediram às autoridades maior proteção, recordando de serem "plenamente cidadãos do Paquistão". Os bispos convidaram os fieis "a terem paciência, a manterem a calma e não transformar, por nenhum motivo, a dor em violência".

Foto: Arshad Arbab - Epa