Áreas preservadas perdem 100 lagoas Rodrigo de Freitas na Amazônia

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Agosto 2013

As áreas de preservação na Amazônia continuam sendo depredadas.Segundo um levantamento feito pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazõnia, essas áreas perderam pelo menos 208 quilômetros quadrados de floresta entre agosto de 2012 e março de 2013. É o equivalente a 100 vezes a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. A conta inclui tanto unidades de conservação ambientais quanto terras indígenas.

A reportagem é de Alexandre Mansur e publicada pelo sítio da revista Época, 09-08-2013.

O desmatamento no período foi 41% maior do que entre agosto de 2011 e março de 2012. Indica um aumento na ameaça sobre as áreas preservadas.

A maior parte (75%) do desmatamento nos últimos meses aconteceu em apenas 10 áreas de preservação localizadas nos estados do Pará, Rondônia e Mato Grosso. Segundo os pesquisadores, o desmatamento está ligado a obras de infraestrutura, como estradas.

Isso é sintoma de desleixo ou descaso. Essas obras não precisam gerar tanto impacto negativo nas áreas de preservação. Se forem feitas com cuidado e respeitarem os planos de compensação previstos legalmente, podem melhorar as condições de vida que quem mora na região e facilitar o uso sustentável das unidades de conservação.

Muitas unidades de conservação tem potencial para gerar mais empregos e renda do que outras opções econômicas, como a pecuária extensiva praticada na região.